Alter do Chão, o “Caribe da Amazônia”, comemora 261 anos nesta quarta

Alter do Chão, também conhecida como o “Caribe da Amazônia“, é uma das vilas da cidade de Santarém, no interior do Pará, que tem uma das praias mais bonitas do país, e completa 261 anos nesta quarta-feira (6).

A vila é farta de atributos que a tornam um dos principais destinos turísticos do Pará: beleza cênica, atrativos históricos/culturais, gastronomia diferenciada e boa infraestrutura. 

Foto: Divulgação/João Ram

Alter do Chão é uma mistura singular de praia de água doce, areias brancas e a farta vegetação amazônica que a torna um lugar ideal para curtir o “verão amazônico”, de agosto a dezembro. É o período no qual o volume das águas diminui, devido a vazante do rio Tapajós. A visão de quem chega ao local neste período é surpreendente: dá para apreciar do cais o banco de areia, com suas estruturas de praia (barracas cobertas de palha), cercado pelas águas azuis do Tapajós e do verde da mata.

Mas nem só de verão vive Alter do Chão, distante 37 km do centro de Santarém, no oeste do estado. No período de janeiro a julho também existem opções de lazer. Dentre elas, o passeio de canoa pela floresta encantada, a trilha da Serra Piroca que, além de ser apontada como misteriosa pelos nativos do lugar, é parada obrigatória para contemplar as belíssimas paisagens da Vila.

Como chegar?

O acesso se dá principalmente pela rodovia estadual Everaldo Martins, a PA-457, totalmente pavimentada. Outra forma de acesso à vila é pelo rio Tapajós, que pode ocorrer por meio de barco ou de lancha. A viagem dura, em média, 45 minutos de carro e 3h pelo rio. Por via aérea, Santarém tem aeroporto e vôos diários, principalmente de Belém e Manaus.

Segundo a Secretaria Municipal de Turismo de Santarém, a vila conta com boa infraestrutura para receber o turista com hotéis, pousadas, agência de viagem, artesanato, pratos típicos da culinária paraense.

Carnaval, Festival Borari e Çairé

Visitantes de todos os lugares do Brasil e do mundo movimentam a vila no período do Carnaval do ‘Mela Mela’ – uma brincadeira de espuma e amido de milho que anima os foliões, no Festival Borari – festa indígena que mantem a identidade cultural da vila e ainda a Festa do Çairé, a mais antiga manifestação folclórica realizada anualmente em setembro. Há cerca de 300 anos, o Sairé une rituais religiosos e inclui a disputa folclórica dos botos Tucuxi e Cor de Rosa. A festa reúne cerca de 100 mil pessoas.

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