Segundo monitoramento do Greenpeace Brasil, território Yanomami apresenta o melhor resultado, com 8,16 hectares de desmatamento para exploração ilegal de ouro no período.
Para o Greenpeace Brasil, "não se trata apenas de um ataque jurídico, é um ataque direto à vida, à história e aos direitos originários dos povos indígenas".
Após articulação da União e posicionamento de representantes indígenas, tema foi excluído a pedido do ministro Gilmar Mendes do texto em discussão e será tratado em processo separado.
Com investimentos do Fundo do Marco Global para a Biodiversidade, a iniciativa destinará recursos estratégicos para monitoramento ambiental e fortalecimento da governança indígena.