Com a delimitação de três áreas no Amazonas, o governo avança no processo demarcatório de 933 mil hectares no estado; duas terras indígenas estão na área de impacto da BR-319.
Para os autores do estudo, a criação de proteção legal para as zonas ao redor das terras indígenas deve ser acompanhada do fortalecimento da fiscalização.
A Universidade Federal do Amapá (Unifap) participa da pesquisa por meio dos professores Alan Cavalcanti da Cunha e Helenilza Ferreira Albuquerque Cunha, coautores do estudo.