Decisão atende à pedido do MPF que garante a continuidade de proteção territorial da Terra Indígena Ituna-Itatá, localizada entre os municípios de Altamira e Senador José Porfírio.
Segundo a publicação, a pressão se dá, principalmente, pelas frequentes atividades ilegais registradas na região, como desmatamento, mineração, exploração madeireira, caça, pesca ilegal e narcotráfico.
Com a medida da Funai, a Terra Indígena deixa o status administrativo de reivindicação fundiária indígena “em estudo” e passa a ser reconhecida como terra indígena de ocupação tradicional delimitada.
Levantamento foi realizado via sistema de monitoramento remoto e mostra aumento da área acumulada de garimpo nos últimos anos, que tem ameaçado o povo Paiter Suruí.