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Sábado, 08 Mai 2021

Viviane Batidão lança single valorizando o empoderamento feminino

O tecnobrega traz um tema atual de superação e valorização da mulher

Cantora paraense cria versão tecnomelody de 'Shallow', música vencedora do Oscar 2019; ouça

A música Shallow, da cantora norte-americana Lady Gaga ganhou o Oscar 2019 como a melhor canção, em função do filme "Nasce uma Estrela". E como o ditado paraense: "Uma música só é reconhecidamente boa quando ganha uma versão em tecnomelody", a tradução de Shallow ficou por conta da cantora paraense Viviane Batidão
Foto: Divulgação
Pequenos trechos da versão em tecnomelody foram apresentados no inicio da semana, através das redes sociais da Viviane Batidão, que promete emplacar mai um hit de sucesso. 

"Tudo começou com um fã que pediu pra gente fazer a música, e fizemos em tempo recorde. Eu fiz três letras e escolhi uma para gravar. Eu já era fã da música e assisti ao filme várias vezes que já sei até as falas, e fiquei muito feliz que a música ganhou [O Oscar]", conta Viviane pelas redes sociais.

A cantora também falou sobre a repercussão dos trechos da música e da responsabilidade de fazer a versão em ritmo de tecnomelody.

"Eu tô chocada! Que repercussão incrível que está tendo da versão que eu ainda nem soltei, apenas postei trechos, e a reação foi maravilhosa. E é uma responsabilidade, pois sou mega-fã da Gaga. É uma versão em tecnomelody, como uma homenagem", conta Viviane.

Ouça a música "Eu tô contigo" completa, versão em tecnomelody de Shallow, da cantora Lady Gaga, a música ganhadora do Oscar 2019. 

Veja o vídeo da apresentação original da música Shallow, no Oscar 2019:




Cabaré do Brega 100% Pará é o nome da nova banda de Ximbinha

Foto:Reprodução/Instagram
Depois de perder várias cantoras e de mudar o nome de sua banda novamente, desta vez para Banda X, o músico Ximbinha está com um novo projeto. O ex de Joelma reuniu grandes nomes do brega paraense e montou o "Cabaré do Brega 100% Pará", que tem seis apresentações marcadas para março e uma para maio. Bem diferente dos tempos da Calypso, em que chegava a fazer 25 shows por mês.

Desde que, em menos de um ano, as cantoras Thabata Mendes, Leya Emanuelle e Michelle Andrade deixaram a banda (ainda com o nome de X-Calypso) de maneira nada amigável, ao que tudo indica Ximbinha, que também trocou a grafia de seu nome, não quer mais companhias femininas fixas ao seu lado. "Ele teve muita dor de cabeça com algumas artistas que passaram pelo grupo, por isso preferiu seguir sozinho", disse um amigo próximo do paraense, que pediu anonimato.

No projeto "Cabaré do Brega 100% Pará", além de veteranos como Kim Marques e Marcelo Wall, ele conta com a participação de Carla Maués, que já foi fixa em sua banda, quando dividia o palco com outros vocalistas. Compositora respeitada, ela teve músicas gravadas pela própria Calypso, como o hit "Cavalo manco".

Carla anunciou a saída da então X-Calypso em junho do ano passado em suas redes sociais: "Sobre o músico e produtor Ximbinha, eu agradeço pela oportunidade de poder mostrar um pouquinho do meu trabalho para tantas pessoas que não me conheciam… graças a Banda X-Calypso, hoje tenho um álbum lindo do qual me orgulho muito", escreveu na época. Nessa nova etapa, ela não é anunciada como integrante oficial, mas como artista convidada.

Sucessos estrangeiros que ganharam versões tecnobrega no Pará


Não é incomum ligar o rádio e escutar uma versão brasileira de algum sucesso gringo com uma versão tecnobrega