O estudo reforça que a piscicultura com espécies nativas ajuda a combater uma das principais críticas às atividades produtivas na região: a necessidade de expansão de terra e a sua associação com o desmatamento.
A expectativa é de que mais de R$ 260 mil sejam repassados às famílias extrativistas participantes da safra, fortalecendo a economia local e reafirmando a importância do extrativismo como atividade sustentável.
Área no km 36 da Transacreana, em Rio Branco, recebe mutirões, vivências culturais e atividades de recuperação da floresta em parceria com instituições de ensino e organizações ambientais.