Além da destruição causada por incêndios criminosos, as unidades de conservação possuem algo em comum: ambas foram alvos de normas que tinham a intenção de reduzir e/ou extinguir suas áreas.
Mesmo após chuvas, o estado somou 635 focos de incêndio até o dia 09 de outubro, aponta o "Programa Queimadas", do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Medidas restringem construção de vias e acessos dentro das unidades de conservação na região que abrange Porto Velho, Candeias do Jamari (RO) e Itapuã do Oeste (RO).