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Terça, 11 Mai 2021

“Não se deixe levar” é tema do décimo terceiro Amazônia que eu Quero desta quarta-feira (25)

O programa faz uma reflexão através dos jargões e ditados dos políticos e como o discurso, muitas vezes fora da realidade do município, influência na decisão do eleitor.

Politica não é só para político: especialista responde cinco perguntas sobre o tema

Cientista político responde questões sobre a importância do engajamento da população no dia a dia

'Amazônia que eu quero entrevista' aborda sobre o problema e a solução do voto

Programa recebe o cientista político Helso Ribeiro e vai ao ar no canal Amazon Sat

Programa 'Amazônia que eu quero entrevista' estreia no Amazon Sat

O projeto 'Amazônia que eu quero', é uma iniciativa da Fundação Rede Amazônica (FRAM), braço institucional do Grupo Rede Amazônica em parceria com a Politize Embaixada Manaus

CDC/Aleam debate elaboração de um Código de Defesa do Consumidor Estadual

Reunião sobre CDC visa unificar em publicação todas as leis do direito ao consumidor no Amazonas

Amazonino Mendes é internado em hospital em São Paulo

MANAUS - O ex-governador do Amazonas Amazonino Mendes, 77, foi submetido a um procedimento médico e está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Conforme o boletim médico divulgado pela unidade, Amazonino está se recuperando bem. O ex-governador passou por uma drenagem de abscesso perianal.

Conselho da OEA faz reunião para analisar situação na Bolívia

O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) realiza reunião extraordinária, nesta quarta-feira (23), em Washington, para analisar a situação da Bolívia, a pedido das missões permanentes do Brasil, Canadá, da Colômbia, Costa Rica, dos Estados Unidos e da Venezuela.

Cidades do MA com baixo IDH vão receber R$ 10 milhões para agricultura familiar

Emendas parlamentares da bancada maranhense no Congresso Nacional garantiram um aumento no repasse de verbas para municípios do estado que dependem da agricultura familiar.


Cerca de R$ 10 milhões foram destinados para a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) apoiar o setor.



Fadiga política

Teve fim nesta capital [Manaus], no último domingo dia 28 de outubro, vitimado por falência múltipla dos órgãos, após prolongada agonia e pertinaz resistência, a agremiação política conhecida pelo nome de amazonismo.

Quem derrotou Amazonino não foi seu adversário, foi o próprio Amazonino que na busca pelo poder tentou mais uma vez ser governador. Poderia ter saído, após colocar o Estado em condições de governabilidade como prometeu nesses quatorze meses. Alguns incautos e muitos hipócritas divulgam a versão de que o amazonismo não morreu; pelo contrário, saiu mais forte depois da derrota.

De fato, alguns analistas apressados e superficiais, impressionados com os 40,41% de votos do PDT no segundo turno, estão vendendo a ideia de que Amazonino entrou perdendo e saiu ganhando na disputa estadual, e que tem futuro garantido para concorrer em 2020, para Prefeito. Semelhante visão das coisas é muito parada. Projeta no futuro a situação presente, como se o cenário político fosse estático.

Os incautos e os hipócritas não querem se dar conta de que, para começo de conversa, o desempenho vitorioso do PSL em âmbito nacional deve provocar alterações marcantes no quadro político do País. E isso não porque o PSL possa crescer em ritmo continuado e progressivo, vindo a dominar o cenário nacional nos próximos anos.

Esta doce ilusão que embala os sonhos de um Bolsonaro talvez não se concretize. Em compensação, uma coisa é certa - o sucesso do PSL em tão larga escala deve produzir reações na vida política e no seio da sociedade, atuando como um choque salutar que desperte o governo e nossa própria coletividade do marasmo e do imobilismo em que estamos mergulhados até o pescoço, incluindo aí os Estados como o nosso por exemplo.

O impacto eleitoral decadente do PT assusta (assusta até os próprios petistas) e o susto veio em hora certa, para gerar reações que possam neutralizar os ganhos da oposição e reequilibrar o jogo de forças até 2020.

Amazonino Mendes ocupará o posto que já tem reservado ao lado dos bons companheiros Cabral e Garotinho, representantes de uma ideologia anacrônica e de uma prática política caduca e pouco idônea. Amazonino Mendes foi um ganhador, que até em seu derradeiro suspiro encontra forças para agradecer a boa fé doa amazonenses.

O certo é que os que buscam o poder são extremamente vaidosos. Para alcançarem o poder, valem-se de qualquer método: corrompem e são corrompidos, ameaçam, criam intrigas, unem-se a antigos desafetos e açoitam companheiros que ousem contrariar os seus interesses.

Não possuem meias-medidas e perto deles, Maquiavel nem era tão maquiavélico assim. São os gananciosos pelo poder. Sua personalidade ilustra bem a tese de Octavio Paz que vale para toda a América Latina: "Movimentamo-nos dentro da mentira com naturalidade."

O maior inimigo de Amazonino não é o PT, nem o PSDB, nem os homens de bem deste Estado. O maior inimigo dele é o tempo. Como é sabido, os aviões têm idade-limite para voar pelo desgaste natural dos metais de que se compõe sua fuselagem. É o que se chama de fadiga dos metais. Tanto tempo na vida pública, que chega a ter inapetência, e carência de aptidão nas relações da administração do quotidiano da vida política, que não é exagero afirmar que também ele está a padecer do mesmo mal.  

Antonio Denarium é eleito Governador em Roraima

Antonio Oliveira Garcia de Almeida (54), nasceu em Março (03) de 1964 em Anápolis, no estado de Goiás. Filho de Valdivina e Olivério Almeida.

Casado há 12 com Simone Denarium e pai de três filhos. O candidato eleito é empresario e político brasileiro filiado ao PSL.
Foto: Divulgação / Facebook
É empreendedor no setor financeiro com a Denarium Fomento Mercantil, no setor do agronegócio com plantios de soja, milho e na criação de bovinos.

Além do setor imobiliário, ele é diretor da Coopercarne Cooperativa dos Produtos de Carne em Roraima e diretor presidente do Frigo 10.

Antonio alcançou 53,34% dos votos válidos e foi eleito governador de Roraima.

Conheça o Coronel Marcos Rocha, eleito Governador de Rondônia

Marcos José Rocha dos Santos, nasceu em 3 de agosto de 1968, no Rio de Janeiro (RJ). É conhecido como Coronel Marcos Rocha. Filiado ao PSL, foi eleito governador do estado de Rondônia neste domingo (28). É um policial militar e casado com Luana Oliveira Santos com quem tem dois filhos. 
Foto: Divulgação
Coronel Marcos ingressou na carreira militar em 1989, quando foi aprovado em um concurso público da Polícia Militar de Rondônia. Já exerceu o cargo de secretário Municipal de educação em Porto Velho, diretor de escola militar da cidade e, assumiu no final de 2014, o cargo de titular na Secretária de Estado da Justiça de Rondônia (Sejus).

Ao disputar uma eleição pela primeira vez, Coronel Marcos foi eleito com 65,95% dos votos válidos, para exercer o cargo de governo do Estado a partir de 1º de janeiro de 2019.

Conheça Waldez, o candidato que vai ocupar pela quarta vez a cadeira de governador do AP

Antônio Waldez Góes da Silva, nascido em Gurupá, no Pará, em 29 de outubro de 1964, é o mais novo de 16 irmãos. Filho do seringueiro Otacílio Silva e da dona de casa Isaura Góes foi reeleito governador do Amapá neste domingo (28).  
Foto: Reprodução/Facebook
É um político brasileiro filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em 2010, logo depois de deixar o cargo para concorrer ao Senado, foi preso pela Polícia Federal, acusado de desviar recursos públicos, mas no ano passado, foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que entendeu não haver provas suficientes contra ele.

Waldez é atual governador do Amapá, e foi reeleito, com 52,35% dos votos, para ocupar, pela quarta vez, a cadeira de governador do Palácio do Setentrião.

Eleições 2018: região Norte tem o menor número de candidaturas femininas

A região Norte registrou o menor número de candidaturas femininas, na comparação com as outras regiões do país. Dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que as mulheres são 30,7% das quase 28 mil candidaturas registradas para as eleições deste ano. Uma redução de quase um ponto percentual em relação a 2014.

O Centro-Oeste é a região com maior percentual de mulheres candidatas, seguida do Sudeste, Sul e Nordeste. Já o Norte é a região com o menor número de candidaturas femininas: 29% do total.

O Tocantins tem o menor número de mulheres candidatas: apenas 17 registros. Setenta vezes menos do que o número de candidaturas femininas em São Paulo.
Foto: Divulgação/Agência Brasil
Guacira Oliveira, do Centro Feminista de Estudos e Assessoria, destaca que apesar do número de candidaturas ainda não ser o ideal, cada vez mais mulheres candidatas realizam campanhas comprometidas com o combate ao machismo e ao racismo. O assassinato da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, é considerado um motivador para essa mobilização.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, os partidos com maior quantidade de mulheres candidatas são o Partido da Mulher Brasileira, PMB, e o PSTU. Entre os que contam com menor número de mulheres estão o PSL, o PPL e o DEM.


Conheça os 50 candidatos a governadores dos estados da Amazônia

Foto:Reprodução
Encerrou-se nesta quarta-feira (15) o prazo para registro de candidaturas para as eleições 2018. Ao todo, 50 candidatos registraram junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seus nomes como postulantes ao cargo de governador nos nove estados que compõem a Amazônia Legal. Esse número, no entanto, ainda poderá ser reduzido, já que a Justiça Eleitoral tem até o dia 17 de setembro para confirmar ou impugnar as candidaturas.

O pleito ocorrerá no dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno.Conheça os 50 candidatos aos cargos de governador da Amazônia:


  • Acre
 
Coronel Ulysses Araújo - PSL
Vice: Ressini Jarude - PSL


Davi Hall - Avante
Vice: Thiago Gonçalves - Avante


Gladson Camelli - PP
Vice: Wherles Fernandes Da Rocha - PSDB


Janaína Furtado - Rede
Vice: Julio Cesar Freitas De Sousa - Rede


Marcus Alexandre - PT
Vice: Emylson Farias Da Silva - PDT



  • Amapá

Cirilo Fernandes - PSL
Vice:  Jozean Torres - PSL


Davi Alcolumbre - DEM
Vice: Silvana Vedovelli- PP


Gianfranco Gusmão - PSTU
Vice: Amiraldo Brito - PSTU


João Capiberibe - PSB
Vice: Marcos Roberto - PT


Waldez Góes - PDT
Vice: Jaime Nunes - PROS


  • Amazonas

Amazonino Mendes - PDT
Vice: Rebecca Garcia - PP


Berg da UGT - PSOL
Vice: Ilzanete Campos Paz - PSOL


David Almeida - PSB
Vice: Não definido


Omar Aziz - PSD
Vice: Artur Bisneto - PSDB


Sidney Cabral - PSTU
Vice:  Maria Auxiliadora Castro - PSTU


Wilson Lima - PSC
Vice: Carlos Alberto Almeida - PRTB


  • Maranhão

Flávio Dino - PC do B
Vice: Carlos Brandão - PRB


Maura Jorge - PSL
Vice: Roberto Filho - PSL


Odívio Neto - PSOL
Vice: Helena Viana  - PSOL


Ramon Zapata - PSTU
Vice: Nicinha Durans - PSTU


Roberto Rocha - PSDB
Vice: Não definido


Roseana Sarney - MDB
Vice: Ribinha Cunha - PSC

 
  • Mato Grosso

Arthur Nogueira - Rede
Vice: Sadi Oliveira - PPL


Mauro Mendes - DEM
Vice: Otaviano Pivetta - PDT


Moisés Franz - PSOL
Vice: Vanderley da Guia - PSOL


Pedro Taques - PSDB
Vice: Rui Prado - PSDB


Wellington Fagundes - PR
Vice: Sirlei Theis - PV


  • Pará

Claudio Rebelo - PSTU
Vice: Seu Alex - PSTU


Fernando Carneiro - PSOL
Vice: Tati Picanço - PSOL


Helder Barbalho - MDB
Vice: Lúcio Vale - PR


Márcio Miranda - DEM
Vice: José Megale - PSDB


Paulo Rocha - PT
Vice: Sandra Batista - PC do B


  • Rondônia

Acir Gurgacz - PDT
Vice:  Neodi Oliveira - DC


Coronel Charlon - PRTB
Vice: Coronel Alexandre - PRTB


Expedito Junior - PSDB
Vice: Maurício Carvalho - PSDB


Marcos Rocha - PSL
Vice: Zé Jodan - PSL


Maurão de Carvalho - MDB
Vice: Wagner Garcia - MDB


Pedro Nazareno - PSTU
Vice: Nazaré Mendes - PSTU


Pimenta de Rondônia - PSOL
Vice: Paulo Benito - PT


Vinícius Miguel Raduan - Rede
Vice: Jaime Kalb - PPS
  • Roraima

Anchieta Júnior - PSDB
Vice: Abel Galinha - DEM


Antonio Denarium - PSL
Vice: Frutuoso Lins - PSL


Fábio Almeida - PSOL
Vice: Érica Marques - PSOL


Suely Campos - PP
Vice: Oleno Matos - PC do B


Telmário Mota - PTB
Vice: Evandro Moreira - PDT


  • Tocantins

Bernadete Aparecida - PSOL
Vice: Ney Robson - PSOL


Carlos Amastha - PSB
Vice: Oswaldo Stival - PSDB


César Simoni - PSL
Vice: Não definido


Márlon Reis - Rede
Vice: Zé Geraldo - PTB


Mauro Carlesse - PHS
Vice: Wanderlei Barbosa - PHS

Iván Duque toma posse na Colômbia e propõe 'união' no país

Foto:Marco Miranda / Presidencia de la República
O presidente da Colômbia, Iván Duque, tomou posse do cargo que ocupará até 2022 nesta terça-feira (7) e pediu aos seus compatriotas para estabelecerem um "pacto" que permita superar as "diferenças" no país. Durante seu discurso na cerimônia em Bogotá, Duque afirmou que irá governar a Colômbia "superando as divisões de esquerda e direita".

Foto:Marco Miranda / Presidencia de la República

"Convido-os todos a construir um grande pacto pela Colômbia, que construamos um país, um futuro e que acima das diferenças estejam as coisas que nos unem", disse.

Em sua mensagem, o novo mandatário, de 42 anos, também tentou minimizar a polarização entre os apoiadores e críticos do acordo de paz assinado pelo ex-presidente Juan Manuel Santos, e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em 2016, e anunciou que fará modificações no acordo.

Foto:Marco Miranda / Presidencia de la República


"Quero governar a Colômbia com o espírito de construir, nunca de destruir", afirmou o novo presidente, ressaltando que esta é "uma nova geração motivada pelo serviço e não pelo exercício vaidoso do poder".

Duque aproveitou o momento para reforçar seu discurso de combate à corrupção que, segundo ele, tem "deslegitimado o Estado". "Nos doem muito os escândalos na alimentação escolar, no sistema de saúde, nos projetos de infraestrutura, nos abusos da contratação direta ou nos perigosos cartéis", acrescentou.

Foto:Marco Miranda / Presidencia de la República


De acordo com o novo líder colombiano, as empresas, donos e gestores que corrompam funcionários serão punidos. Entretanto, Duque ainda ressaltou que garantirá "reparação moral, material e econômica" a todas as vítimas dos conflitos armados no país. Apesar de seu tom de conciliação, o novo presidente criticou o mandato de seu antecessor, principalmente questões como a violência e o crescimento de cultivos ilícitos.
Foto:Marco Miranda / Presidencia de la República

Juan Manuel Santos deixa presidência da Colômbia e faz balanço positivo

Finalizando seu mandato nesta terça-feira (7), o presidente colombianoJuan Manuel Santos, disse que o acordo de paz assinado com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) foi "a melhor decisão" que poderia ter tomado em oito anos de governo. As informações são da ANSA.

Foto:Divulgação/Gobierno de Colombia
"Entregamos um país muito melhor do que aquele que recebemos há oito anos", afirmou o secretário-geral da presidência Alfonso Prada. "Hoje, entregamos um país muito melhor", enfatizou.

Como feitos positivos, Prada destacou a redução dos níveis de violência no país, e os efeitos atribuídos ao acordo de paz alcançado com as FARC, agora convertidas em partido político.

Santos também tentou um acordo de paz, que incluía uma trégua militar definitiva, com o Exército de Libertação Nacional (ELN), com quem negocia há mais de 17 meses, mas que agora ficará a cargo de seu sucessor, Iván Duque.

Balanço

De 488 militares e policiais mortos em 2010, o número caiu para 83 em 2017.

Essa redução deixou o pavilhão que atendia os feridos em combate, no Hospital Militar, sem pacientes.

Ainda, desde 2010, segundo dados do Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE), 5,4 milhões de colombianos superaram a pobreza e o governo entregou mais de 1,5 milhão de habitações a famílias desabrigadas.

A taxa de desemprego abaixou de 11,6% em 2010 a 9,1% neste ano, mas, por outro lado, a dívida externa do país cresceu de U$ 64 bilhões a U$126 bilhões de dólares, segundo estatísticas do Banco da República. Outro ponto baixo da administração Santos foi a taxa de hectares cultivados com cocaína, que bateram o recorde de 209 mil hectares, superando os 62 mil de 2010, segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.

Imigração venezuelana é tema de encontro de Pence e Temer

Foto:Reprodução/Agência Brasil
Em rápida conversa nesta terça-feira (26), no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer e o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, falaram sobre os laços entre Brasil e Estados Unidos. Ao se cumprimentarem, o americano demonstrou preocupação com a situação dos refugiados venezuelanos. Pence chegou ao Planalto no início da tarde.

O norte-americano disse a Temer que o Brasil tem feito esforços importantes no suporte à crise na Venezuela acolhendo os refugiados que sofrem com a crise no país. Pence mencionou ainda que Brasil e Estados Unidos têm relações econômicas importantes, de amizade e trabalham pela promoção da liberdade.

Temer citou a inspiração que a Constituição americana de 1787 teve na elaboração da Constituição brasileira de 1891, com os princípios de federação e democracia.

A Copa do Mundo de futebol foi citada por Michel Temer logo no início da conversa com Mike Pence. Após dizer que os brasileiros estão muito envolvidos com o mundial, ele pediu que os americanos torçam pelo Brasil caso a seleção chegue à final. “Sei que os Estados Unidos não estão participando [dos jogos da Copa], mas certa e seguramente há muitos apaixonados e fãs do futebol. Espero que, se o Brasil chegar na final, os senhores possam também torcer por nosso país”, disse arrancando risos de Pence.

Na reunião entre os dois, logo após os cumprimentos, além da crise humanitária na Venezuela, foram tratados temas como cooperação na área espacial e de segurança, além de questões comerciais.

Pence está no Brasil desde o início da manhã de hoje, na primeira visita de alto nível de um representante do governo Donald Trump ao Brasil. Ele chegou ao Planalto por volta das 12h e, após a reunião, ele e Temer seguiram para o Itamaraty, onde almoçam na presença de ministros.

Além de passar por Brasília, Mike Pence irá amanhã (27) para Manaus, visitar um abrigo de imigrantes venezuelanos. A prefeitura de Manaus administra dois abrigos onde vivem, atualmente, cerca de 200 venezuelanos.

Em nome da renovação, Maduro anuncia mudanças no governo

Menos de um mês depois de ser reeleito, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou  que fará uma "renovação parcial" do governo nos próximos dias, em "elementos-chave" da economia e dos serviços públicos. A informação foi dada por ele ao participar ontem (12)  de um ato com a Juventude do Partido Socialista Unido da Venezuela (JPSUV) em Caracas.

"Estou preparando uma renovação parcial do governo bolivariano para os próximos dias, a fim de fortalecer o governo, renová-lo em elementos-chave da economia, dos serviços públicos", disse Maduro.

Segundo ele, o objetivo é dar uma "ordem" aos novos ministros que chegarem e aos que continuarem em seus cargos para que "metade dos vice-ministros" seja jovem como os integrantes da JPSUV  e dos partidos que o apoiam.
"Para que a juventude vá se preparando e assumindo o comando da República", argumentou. “Teremos um governo e um povo mais forte e sólido”. Maduro confirmou que em dezembro haverá eleições municipais em 335 conselhos de todo o país.

Histórico

Maduro foi reeleito, em 20 de maio, para um mandato no período 2019-2025. Ele saiu vitorioso com uma diferença de pouco mais de  4 milhões de votos em relação ao segundo colocado, o ex-governador Henri Falcón.  Houve 54% de abstenção.

A Venezuela vive uma das crises mais severas do continente sul-americano registrando desabastecimento, inflação elevada, ausência de oportunidades de emprego e fuga em massa de imigrantes, além da repressão política e policial.

O Brasil e vários países emitiram comunicados não reconhecendo como legítima a eleição de Maduro.

Ministro do STF arquiva inquérito que envolve Eduardo Braga e Omar Aziz

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre Melo, decidiu arquivar o inquérito que investiga envolvimento dos senadores pelo Amazonas Eduardo Braga e Omar Azis em fraudes referentes à construção da Ponte Phelippe Daou no Rio Negro, em Manaus. A decisão foi tomada após 15 meses de investigação

Canalhas

Os canalhas não têm passado moral a preservar. Não têm igualmente um nome a zelar. Nem muito menos estão preocupados com a opinião da sociedade a seu respeito. São servos de sua própria canalhice.

Por isso os canalhas são audaciosos. Não temem ser canalhas, desde que tirem proveito próprio de suas atitudes. E ser canalha populista em cargo público de destaque é ainda mais insidioso. É, sem dúvida, o incessante fluxo de sofisticadas hipóteses sobre a mente que, segundo a grande filósofa do século 20, a alemã Hannah Arendt, "é a mais ardilosa das propriedades do homem".

Apesar dos pesares e dos atuais dissabores internos, com relação aos pecados do Executivo e do Parlamento (crises da República), o Estado brasileiro, no âmbito internacional sempre preparou a sua história cuidadosamente, de maneira a torná-lo respeitado.

Mas, em acontecimentos recentes, de modo inesperado e, para o qual não estava preparado, o Brasil se vê às voltas com o populismo político na América Latina. Região da qual é participante de peso, política e economicamente. Na verdade, as atitudes imprudentes do presidente Michel Temer, ao negociar com os caminhoneiros, acompanhadas de insinuações injuriosas bem comuns aos baixos padrões morais dos que ocupam indevidamente altas posições de modo surpreendente, acompanhada da protetora atmosfera de conivência que envolve outros países sul-americanos já deveriam ter sido consideradas inaceitáveis pelo Brasil.

E na sociedade de consentimento o compromisso do cidadão com a lei é o que mais deve ser considerado. A lamentar em todo o episódio e, mais uma vez, a deficiente atuação do governo brasileiro que, também em matéria diplomática é frustrante e decepcionante.

A maneira demagógica como o presidente Temer se comportou e vem se comportando, atinge as raias do risível, da chacota e da gozação, inclusive dos seus próprios pares sul-americanos. A ordem do dia da ética e da moral há muito vem sendo quebrada.

A insegurança, o cinismo e a falta de vergonha dos nossos políticos tornam-se cada vez mais insustentáveis à leveza de Kundera – pesada segurança da liberdade. A escalada de importantes pigmeus dos nossos Três Poderes, corrupto e ladrões, assombra a sociedade.

Eles surrupiam o tesouro nacional e, como Antônio Maria, rasgam nossa carta de cidadania e zombam da nossa capacidade de raciocinar – dão asas a uma brevíssima anarquia generalizada no País, molestando os homens de bem e formando quadrilhas de criminosos em todos os segmentos.

Isso sem falar nos caixas-dois e na cobertura da turma do cartel das drogas. Ninguém vê sequer uma atitude das autoridades policiais e, pasmem, judiciárias, de cuja cartilha de leis traduzem, pantagruélicos, os julgamentos sérios em gigantescas e já folclóricas pizzas.