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Sábado, 08 Mai 2021

PF faz operação para investigar compras de máscaras no Tocantins

O valor total do contrato estaria em R$ 420 mil.

PF faz operação contra esquema ilegal de exploração de madeira na Amazônia Legal

Os Policiais Federais cumpriram mandados judiciais nos estados de Roraima, Mato Grosso, Amazonas, Maranhão e Pará. São ordens de prisão, busca e apreensão e fechamento de madeireiras.


A operação Florestas de Papel tem como foco o combate a um esquema de exploração ilegal de madeiras da Amazônia, que teria funcionado entre 2014 e 2017.
Foto:Divulgação/PF

De acordo com as investigações, empresários, de mais de 20 madeireiras, são acusados de fraudar o sistema do IBAMA que gerencia a expedição dos DOF’s, Documentos de Origem Florestal, para dar aparência de legalidade ao comércio e movimentação de madeiras extraídas ilegalmente da floresta.


O esquema utilizava empresas de fachada para conseguir esses documentos, que eram usados para “esquentar” madeiras retiradas de forma ilegal com a simulação de extração.


A quantidade de madeira serrada identificada pela Polícia Federal, regularizada mediante fraude, é suficiente para carregar aproximadamente 8 mil caminhões.

Foto:Divulgação/PF

Entre as árvores cortadas estão Ipês, Cedros, Maçarandubas, Aroeiras e Jacarandás.


Segundo a PF, no mercado, o valor das madeiras envolvidas na fraude poderia chegar a quase R$80 milhões.





PF desarticula organização criminosa que explorava ouro ilegalmente no Amapá

Os investigados são suspeitos de explorar e comercializar ouro extraído ilegalmente de garimpos clandestinos localizados no Amapá e na fronteira com a Guiana Francesa e o Suriname.

Polícia Federal investiga ameaça de prefeito contra equipe da Funai, no Pará

Servidores da Funai, Fundação Nacional do Índio, denunciaram o prefeito de Itaituba, no Pará, Valmir Climaco, por possível incitação à violência. Na última sexta-feira, o Ministério Público Federal abriu investigação para apurar as denúncias. O prefeito teria sugerido que a população da cidade recebesse “à bala” o grupo de trabalho da Funai, que está responsável pelos estudos para a possível demarcação de Terras Indígenas no sudoeste do Pará, uma reivindicação do povo Munduruku.

Operação da PF contra tráfico de animais silvestres identifica venda de espécies no Pará

A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quinta-feira (23), 14 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão como parte da Operação Urutau, contra o tráfico de animais silvestres. As investigações apontaram que um grupo criminoso vendia os animais, através de páginas na internet e redes sociais, no Pará.

PF deflagra operação contra organizações criminosas do Acre e Amazonas

A Polícia Federal (PF), com a cooperação do Ministério Público Federal e apoio do Exército Brasileiro, está deflagrando nesta quarta (8), a Operação OJUARA, que visa desarticular organização criminosa dedicada a crimes ambientais, responsável por extensos desmatamentos no sul do Amazonas, lavagem de dinheiro e corrupção, praticados, em tese, por servidores do IBAMA no Acre, por policiais militares lotados na cidade de Boca do Acre (AM), e por grandes pecuaristas da região sul do Estado do Amazonas.


Durante as investigações, constatou-se que servidores do IBAMA/AC, liderados pelo ex-Superintendente Regional do órgão à época dos fatos apurados, estavam recebendo vantagens indevidas para cometer ilícitos, dentre eles deixar de lavrar autos de infração por desmatamentos, multar "laranjas" em substituição aos verdadeiros responsáveis, repassar informações privilegiadas acerca das datas e locais das fiscalizações ambientais e deixar de apreender maquinário utilizado para desmatamentos da Floresta Amazônica.
Foto:Divulgação/PF

Foram encontrados indícios de que alguns pecuaristas invadiam terras da União, comandavam desmatamentos e contratavam policiais militares para fazer a proteção das máquinas e das áreas de desmatamento, expulsar e ameaçar moradores locais, tendo sido apurada inclusive uma tentativa de homicídio praticada contra um pequeno produtor rural durante a atuação de grilagem de terra e desmatamento de uma área.


Ao longo dos últimos anos, os investigados foram alvo de 169 autos de infração lavrados pelo IBAMA, somando aproximadamente R$ 147 milhões em aplicação de multas, referente a uma área de 86 mil hectares, equivalente à duas vezes a área urbana da cidade de Rio Branco/AC.


Nesta operação estão sendo empregados mais de 180 policiais em três estados (AC, AM e MG) para cumprimento de 18 mandados de prisão, 36 mandados de busca e outras medidas cautelares.


OJUARA é tema de livro e filme brasileiros que narram as aventuras do personagem título, indivíduo que teria desafiado o Diabo, fazendo referência ao codinome de um dos investigados.




PF deflagra operação contra desmatamento ilegal na Amazônia; preso ex-superintendente do Ibama

Uma nova operação da Polícia Federal, apoiada pelo Ministério Público Federal, foi deflagrada nesta quinta-feira (25), no Amazonas, Acre, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais, Rondônia, Roraima, São Paulo e Distrito Federal, e tem o objetivo desarticular um esquema de corrupção responsável por extração ilegal de madeira na floresta amazônica. 

PF deflagra ação para desarticular organização internacional de drogas no Pará, Tocantins e Roraima

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (21) a Operação Flak para desarticular uma organização criminosa especializada no transporte aéreo de drogas para o Brasil, Estados Unidos e Europa. No total, são cumpridos 54 mandados de prisão e 81 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas, no Tocantins.

A investigação começou há dois anos, no período de 2017 a 2018. Foram identificados 23 voos transportando em média 400 quilos de cocaína cada, no total de mais de nove toneladas.

Segundo os investigadores, aviões eram adulterados para ter mais tempo de voo.

Foto: Divulgação/PF
Estados

A operação é executada em Tocantins, Goiás, Paraná, Pará, Roraima, São Paulo, Ceará e no Distrito Federal. Mais de 400 policiais federais estão envolvidos.

Também participam a Força Aérea Brasileira (FAB) e o Grupamento de Rádio Patrulha Aérea da Polícia Militar de Goiás (GRAER/PMGO).

Há, ainda, o bloqueio de contas bancárias de aproximadamente 100 pessoas e empresas envolvidas, a apreensão de 47 aeronaves, o sequestro de 13 fazendas com mais de 10 mil cabeças de gado bovino e a inclusão de seis pessoas no Sistema de Difusão Vermelha da Interpol.

Crimes

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, por tráfico transnacional de drogas, associação para o tráfico, financiamento ao tráfico, organização criminosa, lavagem de dinheiro e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

O nome da operação Flak faz alusão a uma expressão utilizada pelos países aliados durante a Segunda Guerra Mundial para se referirem à artilharia antiaérea alemã.

PF desmonta grupo criminoso que vendia minério radioativo no Amapá

Foto: Reprodução
 Uma organização criminosa que atuava na extração e comercialização ilegal de minério radioativo no estado do Amapá foi alvo hoje (29) da Operação Uranita 2, deflagrada pela Polícia Federal (PF).

Os policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão nas cidades de Macapá e Santana. As ações foram conduzidas com o apoio da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).

A operação desta quinta-feira é um desdobramento da Uranita, desencadeada na semana passada, que investigou a venda ilegal de minério radioativo, por meio do aplicativo WhatsApp.

Segundo a PF, com as informações obtidas na primeira fase da operação, as ações de hoje foram para alcançar os locais de armazenamento do mineral e prender o principal suspeito de coordenar o negócio ilegal.

PF desarticula esquema de extração ilegal de madeira de terra indígena no Pará

A Polícia Federal no Pará deflagrou, nesta terça-feira, a operação Tembé II, para desarticular esquema de extração e comércio ilegal de madeira da Terra Indígena Alto do Rio Guamá, localizada no sudeste do estado.

Foram cumpridos seis dos 10 mandados de prisão preventiva, além de 11 de busca e apreensão em 8 madeireiras. Houve ainda 13 bloqueios de valores e sequestro de ativos financeiros, nos municípios de Belém, Paragominas e Nova Esperança do Piriá. Entre os presos estão um vereador e um escrivão que não tiveram os nomes divulgados.

Segundo o superintendente da PF no Pará, Ualme Fialho Machado, o trabalho é um desdobramento da operação Tembé, realizada em agosto do ano passado.

As investigações iniciaram em 2016. A Polícia Federal do Pará estima que o esquema retirava da terra indígena cerca de 6 mil metros cúbicos de madeira, por mês, que podem chegar ao valor de 6 milhões e 400 mil reais. As madeireiras operavam clandestinamente na área, retirando, beneficiando e comercializando ilegalmente a madeira em municípios paraenses.

Segundo a PF, os investigados vão responder por crimes ambientais, de receptação qualificada, e de corrupção ativa e passiva, com penas que podem chegar a 12 anos de reclusão.

PF combate facção criminosa responsável por atentados em Roraima

Uma facção criminosa que age na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, maior presídio de Roraima, é alvo da Operação Érebo, deflagrada nesta terça-feira (27) pela Polícia Federal (PF). Visa desarticular líderes regionais que atuam dentro e fora do sistema prisional em todo o país.

Segundo a PF, as investigações tiveram início em 2017, quando foi identificada e mapeada toda a estrutura da organização criminosa em Roraima.

Para isso, os policiais monitoraram as principais lideranças criminosas que agiam no estado, identificando os responsáveis pelos diversos atentados que ocorreram em Roraima entre 29 e 31 de julho deste ano.


Foto: Reprodução/Agência Brasil

Foram alvo dos ataques, órgãos públicos, entre eles, uma delegacia de polícia e um destacamento da Polícia Militar, bancos e outros estabelecimentos particulares em vários municípios.

Atentados

“As ordens para os atentados partiram de dentro da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, maior penitenciária de Roraima, e foram dadas após a autorização do responsável pela organização no estado, que se encontrava preso no Presídio Estadual de Piraquara, no Paraná”, diz a PF, em nota.

O trabalho de inteligência permitiu, ainda, que a PF, em parceria com órgãos de segurança pública do estado, impedisse a concretização de ações criminosas, como atentados planejados pelos investigados, destacando-se o incêndio do pátio onde ficam os ônibus de transporte coletivo de Boa Vista e a destruição dos veículos e maquinários envolvidos com a coleta e o processamento de lixo do estado.

O monitoramento evitou, ainda, uma fuga em massa da Penitenciária Agrícola. A fuga estava programada para 29 de julho deste ano.

A PF cumpre 45 mandados de prisão preventiva e 4 mandados de busca e apreensão em Boa Vista/RR e em Mossoró/RN. Os mandados foram expedidos pela Vara de Entorpecentes e Organizações Criminosas da Justiça Estadual em Roraima.

PF cumpre mandado contra acreano que teria se filmado votando

Filmagem feita dentro da cabine no momento do voto é crime de violação do sigilo do voto. Esse tipo de situação resultou no cumprimento de um mandado de busca e apreensão nesta sexta-feira (26) no Acre, expedido pela Justiça Eleitoral.

O caso corre no âmbito da Operação Selfie Proibida e envolve a busca de eleitores que teriam se filmado dentro da cabine de votação no momento em que votavam, durante o primeiro turno das eleições de 2018, no dia 7 de outubro deste ano.
Foto: Divulgação

Apesar de a ação de hoje estar focada em apenas uma pessoa, o caso está sendo usado pela Polícia Federal (PF) como alerta para que os eleitores não utilizem aparelho de celular na cabine de votação, “pois é conduta proibida” e configura crime eleitoral.

“Caso o eleitor desrespeite essa proibição e seja surpreendido, poderá ser preso em flagrante por violação do sigilo de voto”, disse, por meio de nota, a PF do Acre.

PF deflagra operação contra esquema de compra de votos em RR

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (1) a operação Cheque Benefício contra esquema de compra de votos para um candidato a deputado estadual nas eleições 2018 em troca da concessão de benefícios previdenciários, em Roraima.

Ao todo, a operação tem um mandado de prisão e quatro de busca e apreensão em Boa Vista, após representação em inquérito policial expedido pela 8ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima.
Foto: Divulgação/PF
A operação da PF investiga uma associação criminosa que facilitava a concessão  de benefícios previdenciários, e era o meio que o candidato a deputado comprava votos. Participavam do esquema, uma médico que em emitia laudos falsos para pessoas idosas.

Segundo a PF, os prejuízos para a previdência poderiam superar R$ 650 mil, caso não fosse descoberta. Participam das investigações o Ministério Público Eleitoral e a Força-Tarefa Previdenciária.

PF desarticula nova fase de operação para combater desvio de recursos em Roraima

A Polícia Federal realizou nesta segunda-feira (13), em Roraima, uma operação para desarticular uma organização criminosa supostamente responsável por desvio de recursos públicos federais, lavagem de dinheiro e fraude a licitação. Policiais federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão em Boa Vista. Esta é a segunda fase da Operação Gárgulas, deflagrada em junho deste ano a partir de investigação que apontou indícios de fraudes realizadas por servidores públicos e empresários.

Eles teriam desviado recursos do Fundo Penitenciário Nacional ao Estado de Roraima. Os investigados são acusados de ocultar provas dos crimes. A Secretaria de Justiça e Cidadania de Roraima afirma que os fatos apurados pela Polícia Federal já são investigados pela Corregedoria do órgão desde o ano passado. O servidor suspeito responde a um Procedimento Administrativo Disciplinar e está afastado das atividades.

Ele era o coordenador do Fundo Penitenciário Estadual, quando Roraima recebeu recursos federais para melhorias no sistema prisional. A investigação da corregedoria aponta fraudes na aquisição de instrumentos de segurança e locação de veículos.

ONU comemora abertura da fronteira brasileira para venezuelanos

A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur),  comemorou a abertura da fronteira brasileira para a entrada de imigrantes venezuelanos. Em nota, divulgada no site da entidade, informa que “assustado com a imigração massiva”, o estado de Roraima  fechou o território para os vizinhos.

Pelos dados do Acnur, cerca de 117 mil venezuelanos pediram refúgio ao governo brasileiro desde 2017.

O porta-voz do Acnur, William Spindler, elogiou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de determinar a abertura da fronteira para os venezuelanos. "O Acnur celebra a decisão do Supremo”, disse.

Em Genebra, Spindler afirmou que os venezuelanos chegam ao Brasil em busca de segurança. Mais de 200 venezuelanos não puderam finalizar o ingresso em território brasileiro, segundo o porta-voz, em decorrência do impasse envolvendo a fronteira na região de Roraima.

De acordo com Acnur, o Brasil reúne mais de 32,7 mil solicitantes de pedidos de refúgio, enquanto 25 mil já obtiveram autorização para permanência legal no país. 
Foto: Divulgação/Agência Brasil
Indígenas

O porta-voz ressaltou que boa parte dos venezuelanos é formada por indígenas, que estão em situação vulnerável devido à falta de alimentos e condições de sobrevivência.

Spindler citou o exemplo do líder comunitário de Warao, Eligio Tejerina, de 33 anos, cujo filho caçula está com pneumonia. O indígena tem cinco filhos e disse que todos estavam passando fome na Venezuela.

"Decidimos vir para o Brasil porque nossos filhos estavam esfomeados", afirmou. “Eles choravam de fome porque só tinham uma pequena porção de comida”.

PF apreende mais de 360 Kg de carnes de animais silvestres no Amazonas

Foram apreendidos na manhã desta segunda-feira (25), no município de Tabatinga, no interior do Amazonas, 368 quilos de carnes de animais silvestres. O flagrante aconteceu durante abordagem rotineira da Polícia Federal do Amazonas a embarcações fluviais. Quatro pessoas, sendo três homens e uma mulher, todos peruanos, foram presos.

Foto:Divulgação/Polícia Federal

Ao todo, foram apreendidos 275 kg de carne de paca, 8 kg de tatu, 32Kg de veado, 53 kg de anta. Além disso, também foram encontrados três motores de embarcações e uma espingarda calibre 16.

Foto:Divulgação/Polícia Federal
Os presos foram conduzidos até o presídio do município, ficando à disposição da Justiça Federal.

Ibama apreende 1,8 mil m³ de madeira extraída ilegalmente na TI Tembé, no Pará

O Ibama e a Polícia Militar Ambiental do Pará apreenderam 1.821 metros cúbicos de madeira, o equivalente a 150 caminhões carregados, e 1,2 mil litros de agrotóxicos nos municípios de Paragominas, Cachoeira do Piriá e Aurora do Pará, em mais uma etapa da Operação Maravalha.

Agentes ambientais desativaram seis serrarias e embargaram outras cinco. Também foram inutilizados nove fornos de carvão vegetal. Um veículo, um trator e um caminhão usados para a atividade ilegal foram apreendidos. Os 25 autos de infração aplicados totalizam R$ 3 milhões.

A madeira apreendida (1.586 m³ em toras e 217 m³ em madeira serrada) havia sido extraída ilegalmente da Terra Indígena (TI) Tembé, no nordeste do Pará. Os agrotóxicos estavam depositados em desacordo com a legislação ambiental em uma fazenda. Vinte e três estabelecimentos foram fiscalizados.

A madeira será doada para instituições sem fins lucrativos. O agrotóxico ilegal está sob guarda da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Paragominas (PA).

Localizada em Tomé-Açú (PA), a Terra Indígena Tembé ocupa 1.075 hectares e abriga 146 indígenas, segundo dados do censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010.

Ibama desarticula grilagem na Terra Indígena Urubu Branco, no Mato Grosso

Operação de combate à extração ilegal de madeira realizada pelo Ibama, em conjunto com a Polícia Federal (PF), resultou na aplicação de multa no valor de R$ 5,3 milhões a invasor da Terra Indígena (TI) Urubu Branco, no município de Confresa (MT).

Foto:Divulgação/Ibama
O autuado é apontado como responsável pela destruição de aproximadamente 885 hectares de floresta nativa em área sujeita a regime especial de preservação. Os agentes ambientais desativaram um acampamento e três casas construídas com o objetivo de consolidar a ocupação do local, além de embargar a área degradada.

A ação de fiscalização foi planejada a partir de relatos da Fundação Nacional do Índio (Funai) de que caminhões carregados de madeira eram vistos saindo da TI.

Em setembro de 2017, a Justiça Federal em Mato Grosso já havia reconhecido pela segunda vez a Terra Indígena Urubu Branco, de 167,5 mil hectares, como área de ocupação tradicional pelo povo Tapirapé e determinado que os não-indígenas se retirassem imediatamente do local. Na ocasião, invasores responsáveis pelo desmatamento de 2.425 hectares foram condenados a pagar indenização por danos ao meio ambiente.

Em fevereiro, a PF deteve quatro pessoas por invasão da TI Urubu Branco e extração ilegal de madeira.

“O que ocorre na TI Urubu Branco é grilagem de terras federais. A área está sendo loteada com cercas que delimitam as propriedades dos invasores”, diz o chefe da Unidade Técnica de Barra do Garças, Leandro da Silva.

Os agentes do Ibama identificaram trechos em variados estágios de degradação: extração seletiva, corte raso e áreas preparadas para pasto.

Garimpo ilegal de diamante

Na TI Sete de Setembro, ao norte de Mato Grosso, operação de combate ao garimpo ilegal de diamante conduzida pelo Ibama em conjunto com o Exército, a Funai, a PF e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar resultou na inutilização de uma retroescavadeira, uma caixa resumidora usada para separar pedras preciosas de outros minerais e três motobombas de dragagem.

Agentes do Instituto também identificaram vestígios de exploração de madeira em vários trechos da via de acesso à TI.

“O acesso à Sete de Setembro é difícil. O apoio logístico do Exército é fundamental”, diz o chefe da Divisão Técnico-Ambiental do Ibama em Mato Grosso, Edevar Sovete.

Com 248.146 hectares, a TI Sete de Setembro se estende pelos municípios de Cacoal (RO), Espigão D’Oeste (RO) e Rodolândia (MT).

PF combate pornografia infantil e pedofilia no Acre e mais 6 estados

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (26) a Operação #Undergound 2 para combater a pornografia infantil. Estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e dez de prisão preventiva nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Maranhão e Acre. Na primeira fase da operação, em 2017, 21 pessoas foram presas.

De acordo com a corporação, novas investigações resultaram na identificação de um grupo de produtores de material de exploração sexual infantil. Por meio de técnicas modernas de investigação digital, segundo a PF, chegou-se a um grupo integrado por 13 pessoas que se comunicavam pela internet, onde ocorria o comércio das imagens ilícitas. 
Foto: Divulgação/PF
“Grande parte dos envolvidos efetivamente abusava sexualmente de crianças, registrando as imagens. Numa segunda etapa, reuniam-se em salas virtuais dedicadas à pedofilia, onde trocavam, vendiam ou simplesmente disponibilizavam os arquivos ilícitos”, informou a PF.

Ainda de acordo com a corporação, algumas vítimas já foram identificadas. Ficou demonstrado, segundo a PF, que o agressor é, na maioria das vezes, pessoa do convívio da família da vítima ou mesmo parte dela.

O crime de publicação de imagens de pornografia infantil prevê pena de três a seis anos de reclusão. Já o estupro de vulneráveis prevê de oito a 15 anos de prisão.

Autorizado concurso público da Polícia Federal com salários de até R$ 23 mil

Foi publicada nesta sexta-feira (20) no Diário Oficial da União a portaria nº 8.380, de 19 de abril de 2018, que autoriza o provimento de 150 cargos de Delegado de Polícia Federal, 60 cargos de Perito Criminal Federal, 80 cargos de Escrivão de Polícia Federal, 30 cargos de Papiloscopista Policial Federal e 180 cargos de Agente de Polícia Federal.
Ao todo, serão oferecidas 500 vagas. O processo de contratação da organizadora do concurso público está em andamento.
O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições para o concurso público será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria.
Todas as informações você acompanha aqui no Portal Amazônia.