O ranking é composto por pilares como: segurança pública, infraestrutura, sustentabilidade social, solidez fiscal, educação, sustentabilidade ambiental, entre outros.
Entre outras medidas, o Ministério Público Federal alerta para a necessidade de que sejam destinadas aeronaves para combate às queimadas e que haja articulação entre instituições.
Na comparação com o mesmo período em 2023, os dados são ainda mais preocupantes: em agosto do ano passado, foram 352 focos, o que equivale a um aumento de 889% entre um ano e outro.
Serão investidos cerca de R$ 14,3 milhões para a criação do laboratório de desenvolvimento de pesquisa aplicada voltada para a questão energética regional.