Embora a maioria dos peixes respirem por meio das brânquias, existem espécies que desenvolveram estratégias para conseguir respirar fora do ambiente aquático, inclusive na Amazônia.
Entre 2020 e 2024, os meses de julho a outubro tiveram queda contínua nas cotas de sete estações de monitoramento em cinco dos principais rios da bacia do Amazonas.
Objetivo é realizar a análise e inspeção de qualidade, descontaminação e banho biológico da castanha-do-Brasil para beneficiar o extrativismo amazônico e potencializar a venda para outros países.
Análise mostrou que o Acre registrou mais de 160 desastres ambientais em 24 anos e relata que a Região Norte é vulnerável a catástrofes como inundações, com baixa capacidade de adaptação.