Estudo internacional realizado em parceria com pesquisadoras da USP mostra que municípios próximos às áreas demarcadas apresentam risco menor para doenças cardiovasculares, respiratórias e zoonóticas.
Segundo o presidente da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso e Conectividade, Júlio Meyer, a Amazônia Atlântica é a maior trilha sinalizada da América Latina e conecta diferentes biomas.
O acordo beneficiará cerca de 23 mil indígenas, distribuídos em 219 aldeias, e prevê o desenvolvimento conjunto de formações, pesquisas, projetos e metodologias aplicadas ao contexto amazônico.