Durante o período foram conduzidas ações estruturantes no Serviço Florestal Brasileiro e no ICMBio que permitiram avanços nas concessões florestais na Amazônia.
O primeiro registro oficial da sigatoka-negra no Amazonas ocorreu em 2001, quando produtores começaram a relatar manchas escuras nas folhas das bananeiras e até a drástica na produção.
Uma academia única, localizada sobre palafitas, combina o rústico da arquitetura tradicional do povo ribeirinho com uma proposta moderna de saúde e bem-estar.
A Casa do Seringueiro será um espaço para atividades, vivências e experiências de turismo na comunidade, podendo ser hospedagem, ponto de apoio e/ou lugar de valorização da cultura extrativista.
MP e Defensoria elaboram plano humanitário para retirar flutuantes do Tarumã-Açu em etapas até 2027, após Justiça exigir cronograma e comprovação financeira da Prefeitura de Manaus.
Produzidas por autores indígenas de diferentes etnias do país, esses livros transitam entre a tradição oral e a escrita contemporânea, preservando memórias ancestrais e reafirmando identidades.