Durante o período foram conduzidas ações estruturantes no Serviço Florestal Brasileiro e no ICMBio que permitiram avanços nas concessões florestais na Amazônia.
O primeiro registro oficial da sigatoka-negra no Amazonas ocorreu em 2001, quando produtores começaram a relatar manchas escuras nas folhas das bananeiras e até a drástica na produção.