Segundo Arnaldo Carneiro, deve-se pensar na Pan-Amazônia como uma infraestrutura planetária para a regulação do clima, da água e da biodiversidade, necessária para a segurança alimentar, energética e climática.
Projeto envolve vários ministérios e tem sistema de criação de peixes, viveiro de mudas, roça para consumo da comunidade Yanomami, aviário e formação de indígenas para cuidados com a criação de peixes.
Corte de 17% no orçamento para fiscalização e prevenção de incêndios florestais em 2026 é sinal de alerta, afirma a diretora de Ciência do IPAM, Ane Alencar.
O acordo do projeto esperançar cria estratégias, relacionando gestão ambiental e territorial e o patrimônio cultural, para valorização dos modos de vida de povos e comunidades tradicionais.