Ambos os fenômenos afetam as temperaturas e as chuvas na Amazônia durante todo o ano, mas nas equações concebidas pelos pesquisadores essa influência é mais acentuada e visível na estiagem.
Expedição à Estação Ecológica de Maracá coletou mais de 400 espécimes para investigar como esses animais lidam com o aumento da temperatura previsto para as próximas décadas.
No Maranhão, o avanço da monocultura e décadas de destruição florestal provocaram uma mudança nos padrões de chuva. Pesquisadores afirmam que esse tipo de reflorestamento poderia ajudar a restaurar o equilíbrio dos ciclos da água na região.