Projeto realizado pelo Instituto Mamirauá em comunidades tradicionais demonstra que o uso de lanternas solares durante a noite reduz de 19% para 3% os casos de mordidas de morcego.
Premissa do projeto é de que entender a circulação de patógenos em morcegos é um passo essencial para antecipar surtos e criar estratégias de resposta rápida a possíveis emergências sanitárias.
Identificar quais espécies de morcegos são possíveis reservatórios de patógenos ajuda a intensificar medidas preventivas para zoonoses, permitindo a elaboração de estratégias de vigilância e saúde pública.
Pesquisador destaca que o fenômeno conhecido como spillover aumenta a proximidade com os seres humanos e, consequentemente, o risco de transmissão de doenças.
Foram coletados dados da biodiversidade de morcegos presentes no interior das reservas, sementes dispersas e ectoparasitas presentes.
IFMT e parceiros concentram estudos sobre morcegos...