Uma maquete com as 52 comunidades da região mostra aos visitantes como a água doce está sendo contaminada pela salinização e se tornando imprópria para consumo.
Autorização ambiental saiu após ajustes no projeto e criação de centro de reabilitação em Oiapoque (AP). A licença marca o início da fase de pesquisa na Margem Equatorial e deve durar cerca de cinco meses.
A expedição inédita, liderada pelo Inova-In/UFNT, marca o início da implantação de uma Estação de Monitoramento Climático na região que une Amazônia e Cerrado.