Estudo propõe incorporar o monitoramento sistemático da qualidade do ar associada a queimadas e incêndios florestais como uma nova camada de análise sobre os impactos na população e no meio ambiente.
Os dados indicam que o desmatamento altera o equilíbrio do ciclo hidrológico ao reduzir processos naturais como evapotranspiração e infiltração da água no solo.
Segundo Arnaldo Carneiro, deve-se pensar na Pan-Amazônia como uma infraestrutura planetária para a regulação do clima, da água e da biodiversidade, necessária para a segurança alimentar, energética e climática.
Corte de 17% no orçamento para fiscalização e prevenção de incêndios florestais em 2026 é sinal de alerta, afirma a diretora de Ciência do IPAM, Ane Alencar.
Para o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), a queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado é considerada um avanço, mas ainda insuficiente para a proteção dos dois biomas.