O processamento e análise de dados para monitorar a biodiversidade na Amazônia podem levar de 4 a 6 meses. Com o novo sistema baseado em IA, o objetivo é que o tempo seja reduzido para 30 dias.
A estimativa da ferramenta segue o chamado “calendário do desmatamento”, que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte, assim como os dados oficiais do governo federal.
Estudo inédito é parte do Projeto Providence, iniciativa Brasil-Espanha de monitoramento da biodiversidade em tempo real, através de IA e aprendizagem de máquina.
O Imazon analisou imagens com e sem desmatamento da região, obtidas do Projeto Copernicus (ESA) através do Google, para treinamento dos modelos desenvolvidos pelo IMPA.
Um dos principais usos da IA para sustentabilidade é o monitoramento ambiental, com sensores e satélites equipados com algoritmos que permitem o rastreamento em tempo real.