Um relatório feito após missão institucional no fim de 2025 aponta que dragas e balsas usadas no garimpo de minérios mudaram a coloração do rio e colocam em risco a saúde da população.
Ação buscou fortalecer a cooperação jurídica e policial entre alguns países que compõem a Amazônia Internacional: Brasil, Guiana Francesa, Guiana e Suriname.
A abundância de depósitos auríferos no leito do rio, somada às condições geográficas favoráveis e ao acesso fluvial, contribuiu para que Humaitá fosse vista como ponto estratégico para a mineração.
O município de Calçoene teve a maior alta e pesquisadores apontam que região não têm presença de facções criminosas estabelecidas, mas vê garimpo ilegal se expandir.
Com prejuízo direto ao garimpo ilegal de R$32 milhões, Governo Federal contabiliza 120 operações e apresenta desmonte da infraestrutura criminosa montada no local.