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Quinta, 13 Mai 2021

Projeto proporciona sistema de energia renovável em comunidades ribeirinhas

A iniciativa prevê a melhoria da qualidade de vida de comunitários através do acesso à energia elétrica.

Comunidades no Amazonas recebem placas de energia solar, testes rápidos e kits de saúde no combate ao coronavírus

Atividades de "teleorientação" também foram realizadas nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Juma e Mamirauá, no Amazonas.

Ciama e WWF iniciam parceria para levar energia solar a comunidades remotas do Amazonas

A Companhia de Desenvolvimento do Amazonas (Ciama) recebeu a analista de conservação do Programa Clima & Energia, Alessandra Mathyas, ligada ao WWF – World Wide Fund for Nature (Fundo Mundial da Natureza), na tarde desta quinta-feira (17), em reunião, em Manaus.


Alessandra apresentou a experiência do WWF com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na implantação de Kits de energia solar para bombeamento de água, em comunidades remotas de Lábrea, município a mais de 16 horas de distância da capital, Manaus.
Foto:Divulgação


A reunião marcou os primeiros entendimentos entre o WWF/Brasil e Ciama, no sentido de uma parceria visando a multiplicação dessa experiência do Instituto em cem comunidades remotas de dez municípios dos rios Juruá e Madeira.


“O programa Luz para Todos tem avançado bastante, mas não no ritmo que chegue às comunidades mais isoladas, aquelas em que os cidadãos realmente usam energia como se estivessem no século XIX, e ainda por um custo muito alto ao setor público”, comentou Alessandra Mathyas.


O presidente da Ciama, Aluizio Barbosa, crê que se trata de uma parceria viável e sem burocracias, afinada com uma das grandes prioridades do governo Wilson Lima, que é fazer chegar a água ao cidadão do interior.


“Não podemos desprezar nenhuma frente de trabalho nesse sentido. Vemos o trabalho da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) com o Kit Salta Z para essas comunidades distantes, vemos o esforço da Companhia de Abastecimento (Cosama) em chegar aos municípios e agora vamos contar com a experiência do ICMBio. Tudo é válido para beneficiar esses homens e mulheres que precisam carregar água entre ribanceiras e estradas”.

Foto:Divulgação


Benefícios da parceria


A parceria da Ciama com o WWF/Brasil compreende, por parte da instituição, a capacitação técnica de pessoas das comunidades, a instalação dos Kits de Energia Solar para captação de água de poços artesianos ou de rios e a captação de recursos a fundo perdido através do monitoramento de editais de instituições financeiras.


Por parte da Companhia, compreende a elaboração dos projetos técnicos a serem submetidos às instituições. Nesse primeiro momento, 100 comunidades isoladas dos rios Purus e Madeira estão listadas para receber o benefício. Todas elas pertencem aos seguintes municípios: Apuí, Boca do Acre, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré, Maués, Novo Aripuanã, Pauini e Tapauá.


Kits de energia solar serão comercializados em comunidades isoladas da Amazônia Central

Garantir a água quente do banho e a bateria carregada do celular é, em geral, tarefa fácil nas grandes cidades. Apertar o interruptor liga e desliga a luz da lâmpada a qualquer hora do dia: praticidade difícil de se abdicar por quem se acostuma com o acesso constante à energia. Esta tecnologia, considerada por tantos essencial à manutenção da vida cotidiana, chega, quando muito, limitada a algumas horas diárias em comunidades tradicionais de regiões isoladas dos grandes centros – como boa parte da Amazônia.

Energia solar leva qualidade de vida a comunidades no sul do Amazonas

Desde que a energia solar começou a ser gerada em Lábrea, no sul do Amazonas, cerca de mil famílias de extrativistas que vivem em torno do município vêm tendo mais acesso à saúde e educação e a meios alternativos de produção econômica. A história dos moradores das comunidades amazônicas beneficiadas pelo acesso à energia limpa foi compartilhada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 24), realizada nesta semana em Katowice, na Polônia.

Por meio do projeto piloto Resex Solar, as comunidades de reservas extrativistas Médio Purus e Ituxi receberam, nos últimos dois anos, capacitação para instalar e manter sistemas solares, que permite gerar energia nas casas e escolas, entre outros pontos da região.
 
Foto: Soninha Vill/GIZ
O Resex Solar é desenvolvido pela WWF-Brasil em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Ministério de Minas e Energia, que abriu edital para doar equipamentos solares que não estavam sendo usados desde a década de 90. O processo de licitação permitiu que a WWF adquirisse 300 painéis solares que foram enviados para a cidade de Lábrea.

Qualidade de vida

A região é uma das mais carentes do país e não oferece energia barata para todas as comunidades. De acordo com relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), pelo menos 1 bilhão de pessoas ainda não têm acesso à eletricidade no mundo, sendo que 1 milhão vivem no Brasil, principalmente na Amazônia.

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A renda média dos extrativistas do Médio Purus é de R$ 465 por mês, segundo o ICMBio. Se a energia fosse gerada por diesel ou gasolina, seriam consumidos pelo menos R$ 450 da renda mensal das famílias por apenas três horas de funcionamento do gerador por dia. Só nas escolas, seriam gastos mais de R$ 25 por dia para cada quatro horas de aula, período em que o gerador consome um litro de gasolina.

Nos vídeos exibidos durante a COP 24, os moradores destacam que o dinheiro que seria gasto com o combustível pode ser investido em outras necessidades. Desde a instalação dos painéis, as famílias tem conseguido produzir gelo para refrigerar produtos como açaí, castanha, borracha, óleos vegetais, frutas regionais e algumas espécies de peixes para comercialização.

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Dados divulgados pela organização mostram que um sistema solar de 0,8KW na Amazônia gera, em média, 4 kwh por dia ou 1.460 Kwh em um ano. Esse volume evita a queima de 489 litros de diesel e a emissão de pelo menos 1.300 quilos de dióxido de carbono na atmosfera.

O sistema de energia solar possibilitou também a instalação de uma bomba hidráulica para produção de alimentos como mandioca e para abastecimento das residências. Quase 90% das pessoas da Reserva Extrativista Médio Purus precisava caminhar até o rio para buscar água em baldes. A coleta da água sem filtragem também provocava doenças, como diarreia.

Combate ao desmatamento

A geração de energia fotovoltaica também tem contribuído para o monitoramento de algumas espécies de tartarugas na Amazônia e para o combate ao desmatamento ilegal. Como os ribeirinhos têm conseguido se manter na área para extração sustentável dos produtos da biodiversidade, eles contribuem para a proteção das florestas e, assim, para o aumento da capacidade de absorção de carbono da atmosfera.

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“Este é um trabalho de forma integrada que mostra que é possível trabalhar a questão da conservação florestal e, ao mesmo tempo, promover desenvolvimento e inclusão social das populações que ali vivem, muitas em situação de carência”, disse à Agência Brasil André Nahur, coordenador do programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil.

Nahur acrescentou que os extrativistas têm sido conscientizados sobre a importância da produção sustentável sobre a Amazônia e os impactos sobre o controle do aquecimento da temperatura global.

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“As mudanças climáticas relacionadas ao desmatamento e à degradação do bioma potencializam muito mais os efeitos para uma população que depende dos recursos naturais para sobreviver. E a Amazônia é fundamental para o regime de chuvas do Centro-Oeste, por exemplo. Então, é importante saber que tudo está conectado. Conservando a floresta e promovendo o desenvolvimento sustentável, estamos contribuindo também com o bem-estar das pessoas em todo o país”, acrescentou.

Desafios

Um dos principais desafios nessa área é ampliar o uso de energia limpa para outras comunidades. Na fronteira do Acre com o Peru, por exemplo, uma organização ambiental alemã tem trabalhado com comunidades que vivem ao longo do Rio Juruá. “É um absurdo eles terem que levar diesel para lá para gerar energia. Diesel é um produto caro, e o investimento em energia solar seria inicialmente alto, mas é sustentável. Em uma visão de anos, consegue-se economizar o dinheiro que se investe agora no diesel”, comentou a antropóloga Eliane Fernandes Ferreira.

Em parceria com a Universidade de Hamburgo, na Alemanha, Eliane trabalha atualmente em uma pesquisa sobre povos ameaçados da Amazônia.O foco está na cidade de Marechal Thaumaturgo, no Acre, onde muitas famílias transportam diesel pelo Rio Juruá para ter acesso à energia.

Na reserva extrativista do Alto Juruá, as comunidades tem energia só quatro horas por dia, e é difícil para as famílias conservar alimentos e remédios e ter acesso à informação.

“A energia fotovoltaica é a melhor solução porque abrange vários campos onde a sociedade só vai ter a ganhar. Se a gente fala de desenvolvimento sustentável consciente, tem que lutar pela geração desse tipo de energia, sobretudo na floresta. Isso deveria ser prioridade de governo”, enfatizou Eliane.

Roraima deve fazer leilão para reforçar geração alternativa de energia

Roraima deve realizar ainda neste semestre um leilão para reforçar a geração e o fornecimento de energia alternativa. A expectativa é garantir a geração de 270 megawatts, o suficiente para abastecer o estado pelos próximos cinco anos. As informações são da Agência Brasil.

Ainda não há uma data certa para o leilão, mas o foco será em geração de energia proveniente de biomassa e energia solar.

No último final de semana, a queda de uma árvore em área de difícil acesso, na Venezuela, causou um blecaute na capital, Boa Vista, e em várias cidades do estado.

As termelétricas foram acionadas para o retorno do abastecimento enquanto os venezuelanos faziam os reparos na linha de transmissão.

O presidente da Eletrobrás Roraima, Anselmo Brasil, afirma que as interrupções não estão relacionadas com os problemas políticos venezuelanos, mas o estado quer garantir fontes fixas, alternativas e, principalmente, nacionais de energia.

O apagão do último fim de semana foi o maior já registrado em Roraima desde a interligação ao sistema venezuelano, em 2001.

O país vizinho interrompeu o fornecimento de energia por quase 24 horas: das 17h de sábado às 15h de domingo.

As termelétricas foram acionadas, mas depois de quatro horas em operação ocorreram desligamentos de energia causados por problemas técnicos no sistema de distribuição de energia.

Roraima é o único estado que não está interligado ao sistema nacional de fornecimento de energia. Existem projeto de interligação das linhas de transmissão de Manaus à Boa Vista, mas esbarram na necessidade de obras em áreas indígenas e ambientais.

Audiências públicas sobre o leilão de geração de energia alternativa devem ocorrer ainda este mês.

Estados da Amazônia Legal terão acesso a crédito para instalação de geradores de energia solar

A partir deste ano, pessoas físicas dos nove estados da Amazônia Legal terão acesso a uma linha de crédito para instalação de geradores de energia solar. Os recursos são provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).
O financiamento é para pessoas físicas de toda a Amazônia Legal e vai desde a elaboração de projetos até a instalação do dispositivo. O FNO vai disponibilizar R$ 120 milhões para estas operações de crédito, que vão ter taxas de juros mais baixas, maior prazo para pagamento e bônus de adimplência.
Para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a tecnologia fotovoltaica possibilita a redução do consumo de energia elétrica convencional e, consequentemente, redução no valor cobrado na fatura mensal – proporcional à quantidade de energia gerada.
Foto: Divulgação / ICMBio
De acordo com a agência reguladora, o uso de placas fotovoltaicas pode gerar economia de até 95% na conta de luz do consumidor. Só no Amapá, o número de sistemas geradores instalados em residências, comércios e indústrias já tem mais de 16 mil unidades, que são capazes de gerar 180 megawatts – o equivalente a uma hidrelétrica de médio porte.
Outro benefício previsto pelo governo do Amapá é que a nova forma de energia vai iluminar comunidades isoladas e longínquas, comunidades indígenas, ribeirinhas e assentamentos, onde o custo para levar energia elétrica através de linhas de transmissão de alta tensão é bem mais alto.

BNDES prioriza energia solar e deixa de financiar térmicas a carvão e a óleo

BNDES priorizará projetos de energia solar. Foto: Reprodução/Governo Federal
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) decidiu ampliar o apoio a projetos de energia solar de até 70% para até 80% dos itens financiáveis em Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), usada pela instituição em suas operações e atualmente em 7,5% ao ano. O banco também extinguiu o financiamento a usinas térmicas a carvão e a óleo.

As novas condições de financiamento para o setor de energia elétrica foram divulgadas nesta segunda-feira (3), pela instituição, no Rio de Janeiro, e já valem para os próximos leilões de energia, programados para outubro e dezembro próximos. O banco não concederá mais empréstimos-ponte para empreendedores do setor elétrico.

Há exigência de participação mínima de 20% de recursos próprios do investidor nos projetos, com possibilidade de emissão de debêntures (título de crédito representativo de empréstimo que uma companhia faz junto a terceiros), das quais o BNDES se compromete a adquirir até 50%, visando reduzir o risco, principalmente na fase de construção do empreendimento.

A diretora de Infraestrutura e Sustentabilidade do BNDES, Marilene Ramos, informou que as decisões foram tomadas em consenso com o Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O objetivo é privilegiar, dentro dos recursos de TJLP, projetos de fontes de energia alternativas que mostram maior retorno social e ambiental. Haverá ainda espaço para financiamentos a taxa de mercado, buscando maior participação do setor privado na emissão de debêntures, segundo Marilene.

A diretora disse que a priorização para energia solar está ligada ao fato que essa é uma tecnologia em fase de desenvolvimento no Brasil e é preciso consolidar o segmento no setor de energia brasileiro. O banco manteve em até 80% sua participação em projetos de eficiência energética, definindo o mesmo nível de financiamento para projetos de iluminação pública eficiente.

“É um setor que, nós acreditamos, vai crescer muito, porque são projetos de grande viabilidade, têm condições de, financiados dessa forma, se pagarem em prazos relativamente curtos, e representam, para as cidades e prefeituras, uma enorme economia. Além disso, têm um impacto social muito grande, na medida em que as cidades mais iluminadas são mais seguras, permitem opções de lazer noturno e, além disso, propiciam a instalação aqui de uma cadeia de produção de todos os equipamentos”. Na questão específica das luminárias a 'led', Marilene Ramos destacou que é um mercado que gera empregos de alto nível e qualidade.

Energias alternativas

O BNDES decidiu manter em até 70% em TJLP sua participação nos itens financiáveis nas demais fontes alternativas, entre as quais eólica, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e cogeração renovável. O intuito é dar incentivos à participação dessas fontes na matriz energética nacional. Para energia eólica, em especial, o prazo de financiamento é de 16 anos, “tendo em vista a vida útil do equipamento”, observou a superintendente da Área de Energia, Carla Primavera. Para as demais energias alternativas, o prazo de financiamento é de 20 anos.

A diretora de Infraestrutura disse que as novas condições de financiamento à energia elétrica estão alinhadas com o compromisso assumido pelo governo brasileiro no Acordo de Paris, em dezembro do ano passado, para aumentar a participação das energias alternativa na matriz. Daí a decisão do banco de não financiar mais usinas termelétricas a carvão e a óleo, responsáveis pela maior emissão de gases poluentes na atmosfera.

Dentro da meta de ampliar a participação privada nos setores de geração de energia de grandes usinas hidrelétricas, linhas de transmissão e distribuição, o BNDES promoveu alterações, prevendo participação maior do mercado privado. No caso das hidrelétricas, por exemplo, o banco reduziu a parcela em TJLP dos itens financiáveis de 70% para 50%. Marilene Ramos lembrou, porém, que assim como todos os demais setores, a participação do BNDES poderá se elevar até 80% do valor total dos itens financiáveis, incluindo a emissão de debêntures a serem emitidas pelo empreendedor.

No caso do setor de distribuição de energia, o banco manteve o financiamento em 50% dos itens financiáveis, sendo que a metade disso será com recursos em TJLP e a outra metade em taxas de mercado. No setor de transmissão, ocorreu alteração maior, onde a participação do banco chega a até 80% dos itens financiáveis, mas integralmente a custos de mercado. Nessa área, o banco alongou o prazo de financiamento para 20 anos, prevendo a possibilidade de emissão de debêntures.

Marilene Ramos informou que a decisão de deixar as linhas de transmissão sem crédito mais barato ou subsidiado, representado pela TJLP, objetiva evitar distorções em relação à geração. “Porque uma linha de transmissão muito longa, financiada a TJLP, acaba mascarando a maior ou menor viabilidade de um projeto de geração que está localizado em regiões mais distantes, em detrimento de outro que poderia ser mais viável. A ideia é que dentro do financiamento de linhas de transmissão, essa condição é totalmente internalizada na modelagem, antes do leilão e, com isso, você vai ter uma visão mais realista do que efetivamente custa transmitir energia no país, e não diluir parte desses custos para o conjunto geral dos consumidores”. A meta é definir seus custos reais, completou.

Térmicas a carvão

A diretora Marilene Ramos afirmou que a decisão do BNDES de não financiar mais térmicas a carvão e a óleo, com o objetivo de promover a participação na matriz de fontes de energia limpas, não impede que haja projetos com carvão no país desde que sejam financiados pelo mercado em geral. A superintendente de Energia, Carla Primavera, acrescentou que os projetos relativos a leilões passados respeitam as condições divulgadas pelo BNDES antes de sua realização. “Eventualmente, se existir algum projeto dentro da casa para aprovação, que foi objeto de um leilão passado, as condições passadas são respeitadas”.

Empréstimo-ponte

O banco não concederá mais empréstimos-ponte para empreendimentos do setor elétrico. “Mas estamos trabalhando para dar agilidade ao processo de financiamento internamente para que o empreendedor possa contar rapidamente com financiamento de longo prazo, evitando situações em que, às vezes, o projeto já está muito avançado quando, enfim, se consegue aprovar financiamento de longo prazo. Nós queremos tirar o empréstimo-ponte e colocar nesse lugar agilidade. Esse é o nosso objetivo”, ressaltou Marilene Ramos. Não há impedimentos para que o investidor faça também empréstimos pelo mercado, segundo a diretora.