No marco dos 62 anos do golpe de 1964, seminário em Marabá reafirma a memória como direito, denuncia o apagamento histórico e projeta a universidade como agente na defesa da democracia
Do carimbó às toadas de boi-bumbá, músicas produzidas no território alertam há décadas sobre modos de vida ameaçados pela devastação e crise climática.
Além da entrega dos livros, as instituições também receberam o certificado 'Escola Amiga da Leitura', reconhecimento concedido às escolas parceiras que acolheram a programação do projeto Amazônia das Palavras.
A iniciativa foi desenvolvida pela empresária Erika Baranda em parceria com a filha, Maria Clara Baranda, de 6 anos, e busca preservar as memórias afetivas da infância na Amazônia por meio de narrativas ilustradas e escutas sensíveis