O Procurador-Chefe da Funai, Matheus Antunes Oliveira, afirmou que “se trata de decisão que contribui para a pacificação social e para se evitar conflitos entre grupos indígenas".
Foi estabelecido um prazo para que a Funai apresente um relatório técnico sobre quais são as possibilidades de destinação para a área, MPF pede delimitação e fazendeiros alegam posse de propriedades.