Embora tenha como base um mecanismo de fiscalização tributária, a proposta apresentada durante o encontro foi tratada como uma ferramenta de governança do mercado.
Segundo a coordenadora geral da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas, Luciene Kaxinawá, o manual é resultado do trabalho desenvolvido pela articulação entre mais de 40 povos indígenas.
Segundo a publicação, a pressão se dá, principalmente, pelas frequentes atividades ilegais registradas na região, como desmatamento, mineração, exploração madeireira, caça, pesca ilegal e narcotráfico.