Iniciativa da startup Wasi Biotech, que conta com ajuda do Governo de Tocantins, visa a criação de dispositivo capaz de atrair e contaminar o mosquito Aedes aegypti.
Estudo no Amapá detectou a presença da forma pálida do mosquito, o Aedes aegypti var. queenslandensis. A variedade costuma ser encontrada em regiões quentes e secas, como Austrália e Mediterrâneo.
“A maior preocupação é a possibilidade de que o vírus se adapte para o Aedes aegypti, que era o vetor histórico da febre amarela, mas que não transmite a doença no Brasil desde 1942”, destaca pesquisador.
Para conter o mosquito é preciso enxergar como ele: qualquer recipiente com água parada pode se transformar em criadouro, explica a bióloga Denise Valle.