Cerca de 30% do açaí produzido na Amazônia Legal tem origem em estabelecimentos extrativistas sem acesso à energia elétrica de fornecimento público, segundo o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA).
A participação na feira visa transformar o Amapá em um fornecedor global da bioeconomia, com foco em produtos potenciais da região, como o mel e o açaí.
Além de aumentar a produção de açaí, a tecnologia atua na segurança do trabalho no campo. Os robôs reduzem o risco de acidentes e combatem o trabalho infantil.