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Domingo, 05 Abril 2020

Startupês: saiba o significado de 19 palavras utilizadas no ecossistema de startups

Startupês: saiba o significado de 19 palavras utilizadas no ecossistema de startups
O termo em inglês startup passou a ganhar visibilidade com a emergência de diversas empresas de tecnologia com exemplos de crescimento e transformação em grandes negócios. Em diversos casos, essas firmas começaram como startup e obtiveram alcance global, deixando esta designação, como é o caso de grandes plataformas digitais como Facebook, Google e Uber. O termo designa empresas com uma forte base tecnológica, que inovam, seja em seus modelos de negócio ou no serviço que ofertam a consumidores.


Com o avanço das startups, os empresários precisam se transformar e conhecer os termos que fazem parte deste universo. Entre as nomenclaturas mais conhecidas estão: incubadora, aceleradora, aporte, love-money, meetup, entre outros.
Foto: Shutterstock/Reprodução 



Segundo a administradora e publicitária, Gláucia Campos, todos os termos relacionados as startups vêm do Vale do Silício, nos Estados Unidos. “Todas as nomenclaturas são do Vale do Silício, ou seja, estão em inglês. Por esse motivo, os profissionais precisam ficar de olho para saber os termos que integram esse universo”, explicou.




Confira os principais termos utilizados em startups:

Aceleradora: Como diz o nome, uma aceleradora tem o objetivo de acelerar o crescimento de uma startup. Geralmente, ela torna-se sócia minoritária da startup e realiza um “investimento semente” ou ajuda de custo.
Aporte: Aporte é uma outra denominação para o investimento/aplicação feito na empresa.


Bootstrapping: É um processo no qual o próprio empreendedor financia o projeto criado por ele, sem a adição de capital externo. A única entrada sem ser a do empreendedor é a dos primeiros clientes.



Burn Rate: É um sinônimo de fluxo de caixa negativo. É uma conta que apresenta a velocidade que uma empresa “queima” seus recursos financeiros.



Business model: Geralmente, o termo é utilizado na fase mais básica do planejamento de negócio. Serve para definir o modelo de negócio a ser seguido durante todo o projeto. O business mode apresenta as técnicas de interação que a startup irá utilizar para se comunicar com: Principais Parceiros, Principais atividades, recursos chave, valor proposição, relacionamento com clientes, canais de mercado, segmentos de clientes, estrutura de custos e receitas.



Business Plan: É basicamente o plano de negócio da empresa. É nesse plano que será delimitado o modelo de negócio a ser seguido. Esse documento deve conter também dados da empresa e de seus integrantes, como por exemplo, a descrição do produto/serviço que a empresa oferece, análises de mercado feita pela empresa, sua estratégias de vendas, marketing e etc. O business plan também pode ser usado para apresentar sua empresa para os investidores.



Business Angel: Os anjos são investidores privados  que investem financeiramente em startups. Investidores anjos investem de 5% a 10 % de seu patrimônio em novas empresas. Além de oferecem apoio financeiro, também proporcionam experiência de mercado e conselhos.



Buy Back: É quando uma empresa é recomprada pelo fundador.



Cap table: A tabela de capitalização tende a mostrar a participação acionaria em uma empresa.



Capital Social: É a parcela que os acionistas possuem de uma empresa.



Coworking: É o local compartilhado por profissionais de áreas e negócios distintos. Nesses locais se incentiva a troca de ideias e experiências entre os presentes.



Customer development: Conjunto de estratégias para  uma startup chegar a seu Product Market Fit.



Deal Breaker: Fator ou problema que impede ou acaba com uma negociação em estágio avançado.



Due Diligence: É a fase onde as startups e seus projetos são analisados pelas aceleradoras que determinarão se vale a pena o investimento.



Drag Along: É uma cláusula que exige que os sócios minoritários vendam suas ações quando o sócio majoritário o faz. O objetivo e fazer com que o comprador adquira 100% da empresa.



Early Stage Financing: É o primeiro financiamento que uma empresa recebe, antes mesmo de possuir clientes ou produto.



Elevator pitch: É o que gera a imagem inicial de uma empresa. É um pitch encurtado com 30 segundos que apresenta a empresa para outras pessoas e organizações.



Growth Capital: Investimento feito quando a empresa já atingiu um estágio mais maduro, onde ela já ingressou no mercado e, já possui uma reputação frente aos consumidores. Esse investimento serve para apoiar o crescimento da empresas que já ingressaram no mercado.



Hurdle Rate: É a taxa mínima de retorno que o investidor espera.



Incubadora: São locais com infraestrutura dotada para que novas startups consigam desenvolver suas ideias e projetos. Em geral, essas incubadoras estão presentes nas universidades.



IPO: É quando uma empresa abre seu capital e ingressa na bolsa de valores.



Love Capital: É o investimento financeiro feito por familiares, amigos e etc.



Mash Up: É o aperfeiçoamento de um serviço/produto pela junção de dois ou mais produtos.



Mentor: Em geral são (ex)empreendedores/empresários que tem muita experiência de mercado e passam para novos empreendedores e startupers.



MVP ( Minimum Viable Product):  É basicamente um produto que é lançado no mercado em Alfa ou beta. Ao invés de serem lançados no estágio final, eles são lançados em fases mais jovens para a geração de feedback e o aperfeiçoamento do produto final.



NDA (Non-Disclosure Agreement): É um acordo de confidencialidade. São contratos que as startups fazem seus credores/parceiros assinarem para o sigilo da negociação/ideia que está sendo desenvolvida.



Outsourcing:  É a terceirização de um trabalho. Em geral, os motivos para essa  terceirização são: economia de custos, confiar a tarefa para pessoas mais especializadas e porque permite uma flexibilidade já que é On Demand.



Open Source: Software de código aberto que pode ser usado por qualquer um na criação de outro programa.



Private Equity: É um modelo de investimento parecido com o venture capital, porém nesse modelo a quantidade de dinheiro envolvido é muito maior. O investimento é feito em empresas de capital fechado e realizado por fundos.



Pitch: É uma apresentação breve para os investidores para convencê-los de que vale a pena o investimento em sua empresa.



Pivot: É uma mudança no modelo de negócios que visa melhorar o desempenho das startups.



Round: É como uma empresa denomina uma etapa de investimento recebido por ela. O primeiro investimento é o “Round A”, o segundo é o “Round B” e etc.



Seed Capital/Investimento Semente: É o investimento que é feito durante os primórdios da criação de uma empresa. Os valores investidos são menores e o risco nesse estágio tende a ser bem maior.



Shareholder: É como se denomina alguém que possua ações da sua empresa.



Stakeholders: Qualquer entidade que interfira diretamente (ou indiretamente) em uma empresa.



Spin-off: Parte de uma empresa que se separa da empresa mãe e ingressa no mercado.


Startup:  É empresa em fase inicial que visa o ingresso/crescimento no mercado e que está a procura de investidores para que esse crescimento seja possível. Startups apesar de apresentarem prosperidade estão sempre em um cenário de risco.



Term Sheet: Documento que contem termos combinados entre os investidores e os empreendedores, geralmente feito antes do investimento.


Valor de Mercado: Valor de uma empresa. Esse valor, geralmente, é atribuído pelos investidores.



Venture Capital: É o famoso capital de risco. O venture capital é o nome que se da para o investimento feito em empresas muito jovens que apresentam alto potencial de crescimento. Os investidores tornam-se sócios das empresas que não precisam mais depender do fluxo de caixa ( quando existe )  para se sustentar.


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