É na sexta

Foto:Reprodução/Shutterstock

Confesso que, não vou mentir, sinto uma inquietação, às sextas-feiras, à noite, quando ouço da varanda o burburinho de falas, cantorias, tilintar de copos e gargalhadas. E piora o desvario quando reconheço a música, nossa, me ponho a cantar, mentalmente – às vezes alto, mesmo – lembrando dos bons tempos de podia começar o final da semana na quinta-feira e terminar na segunda, de preferência ao meio-dia.

Então, quando o coração não se controla, não vou mentir, no meio da noite, ‘pego’ o carro e dou uma volta, no quarteirão, saboreando a vida noturna que, não vou mentir, sou urbana, sou noturna (mesmo gostando do dia), sou da falação e da cantoria. Me encanta ver as mesas dos bares com rodadas de amigos com copos e boa conversa. Gosto do flerte, de chamar os que eu amo e me distraem. É por tudo isso, não vou mentir, que sinto saudade das sextas nas noites manauenses. Só aqui que é bom.
Até. 
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