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Manaus 30º • Nublado
Quarta, 12 Mai 2021

Confira a programação do 32º Festival da Canção de Itacoatiara

A programação da 32ª edição do Festival da Canção de Itacoatiara (Fecani) inicia nesta quarta-feira (6), e promete agitar o público do Amazonas. A festa tradicional no Estado acontece no município de Itacoatiara (distante a 174 quilômetros de Manaus). Todos os eventos paralelos do Fecani têm entrada franca.

Na noite desta quarta-feira (6), o responsável por abrir o festival é o cantor paraense Wanderley Andrade. Já na quinta-feira (7), feriado da Pátria, quem sobe no palco são os cantores Eduardo Dornellas e Júnior Rodrigues.
Foto: Rede Amazônica/Arquivo

Na sexta-feira (8), a atração é a cantora Wanessa Camargo que promete colocar todo o público para dançar. Para fechar a programação, o grupo Axé 90 graus contagiará o festival, na sábado (9). Confira aqui a programação de eventos paralelos do Fecani. 

Talentos

Este ano, o Fecani terá uma disputa acirrada. Ao todo, foram selecionadas 30 canções que vão ser apresentadas no palco do festival. Confira as músicas concorrentes:

A Oração e o Flagelo (Klissy Kely Guimarães)
Amazonas Minha Terra (Cleber Faba)
Amor de Beija-Flor (Cinara Abreu de Oliveira)
Anjo Atirador (Ludi Souza e Rubem Menezes)
Arvoredo (Cristiano Moraes e Renato Bagre)
Até que Enfim (Peteleco da Viola e Celestina Maria)
Canto (Maria Francisca e Wanderlan)
Divinas Mãos (Clodomir da Silva Mota)
Encanto das Águas (Nathal Villar)
Espírito do Rio (Gonzaga Blantez)
Já Vou Já (Begê Muniz)
Malungos (Carlos Gomes)
Me Diz Então (Kaká Silva)
Nossos Rascunhos (Alana Emily palheta e Milena da Silva Rocha)
O Amor e o Tempo (Kaká Silva)
O Canto (Nicolas Jr.)
O Mundo Vive a Girar (Sândalo Melo)
Olhos da Noite (Clodoaldo Hermes ferreira e Davi Amorim)
Panavoeiro Tribal (Oflâno Eyber Freitas da Silva)
Por Onde Já Andei (Gil de Abreu)
Prenunciação (Beto do Cavaco)
Recordações (Ely Pereira Vieira)
Sagrado Fruto (Ludi Souza e Rubem Menezes)
Sangue do Meu Sangue (Jânio Queiroz)
São Gonçalo (Kleber Barbosa Gomes)
SGC Curumim (Gil Valente e Paulo Moura)
Vida de Cantador (Chermont Júnior)
Vidas (Lizionei Libório)
Violeiro Errante (Chermont Júnior)
Voz da Liberdade (Sândalo Melo)

Banda acreana Filomedusa celebra 10 anos de história

A banda acreana Filomedusa se reencontra para celebrar os 10 anos de história do grupo em um show no dia 15 de setembro, às 22h, no Flutuante. O evento ainda contará com apresentações de Duda Modesto e discotecagem das DJs Malu e Cau Bartholo.

Os ingressos no primeiro lote custam R$ 20, e podem ser comprados na Discardoso e República do Líbano.


Foto: Divulgação

Projeto Sonora Pará destaca a trajetória de 12 artistas

A segunda temporada do Projeto Sonora Pará, da Cultura Rede de Comunicação (Funtelpa), será lançada na segunda-feira (4), às 18h30, no Cine Líbero Luxardo, da Fundação Cultural do Pará (FCP). O projeto inclui uma série de curta-metragens com 12 artistas paraenses, produzidos sob os olhares de 12 realizadores independentes selecionados pela Cultura. Assim como na primeira temporada, cada realizador produz curtas de documentários musicais para serem veiculados na TV, Rádio e Portal Cultura.

"O Sonora deste ano segue a mesma linha do ano passado. Em 2017 temos uma diversidade musical e de olhares característica da cultura paraense. Temos um panorama maravilhoso da riqueza cultural paraense do ponto de vista de artistas muito talentosos, que são os realizadores selecionados pela Cultura para esta nova temporada", informa a cineasta Jorane Castro, curadora do projeto.
Adamor do Bandolim é um dos homenageados. Foto: Camila Lima/Portal Cultura

Este ano os realizadores escolhidos foram Larissa Bezerra, Ângela Gomes, Carolina Mattos, Adriana Oliveira, Brunno Régis, Rodrigo Bittencourt, Afonso Gallindo, Vitor Souza Lima, Cristiano Santa Cruz, André dos Santos, Júnior Franch e Guto Nunes. Foram produzidos 36 documentários, incluindo 24 curta-metragens que variam de 30 segundos e 1 minuto e 30 segundos, para exibição na Rádio Cultura, além de 12 curtas de cinco minutos, que serão veiculados na TV e Portal Cultura.

Os realizadores ficaram à vontade para produzir os curta-metragens musicais, gravados em diferentes cenários de Belém durante o ano passado. Todos os documentários foram legendados em inglês para impulsionar a divulgação dos artistas também no mercado internacional.

"O Sonora Pará coloca em evidência dois segmentos da cultura paraense: a produção audiovisual e a música. Os dois têm um diálogo privilegiado porque vão produzir formatos que o público vai poder ver pelo celular, compartilhar nas redes sociais e na internet. É uma coisa dinâmica para ver, curtir, e também uma forma de os artistas se divulgarem, pois também vamos conhecer as histórias deles. Já para o realizador vai servir para mostrar de que forma ele enxerga o músico, de que forma constrói suas narrativas e seus olhares", completa Jorane Castro.

Tradição e modernidade

Para a documentarista Ângela Nelly, o “Sonora Pará” é uma grande oportunidade para o realizador, já que o projeto leva o audiovisual paraense a crescer junto com a produção brasileira. “O conceito é muito interessante, porque aborda o que temos mais de genuíno, que são as diversas vertentes da nossa música, desde as bandas do interior, que são uma tradição, até artistas mais modernos. Da mesma forma, reúne realizadores experientes e outros que estão começando a trilhar esse caminho, mas já com alguma experiência”, ressalta Ângela, que produziu o documentário sobre a Banda União Vigiense, do município de Vigia de Nazaré, no nordeste paraense.

Afonso Gallindo, que trabalhou com o cantor Wanderley Andrade, concorda com Ângela, e acredita que o projeto só tem a crescer. "O Sonora Pará merece ser ampliado porque também temos áreas de atuação no Estado além da música. Ele é uma possibilidade riquíssima para que os artistas paraenses se tornem conhecidos e ganhem cada vez mais espaço dentro e fora do Estado", diz ele.  

Ícone da música popular paraense, Wanderley Andrade destaca a importância do projeto para a visibilidade de artistas locais. "O que mais me chamou atenção no ‘Sonora’ foi o profissionalismo com que ele foi realizado. Além de ter nosso trabalho divulgado, também sabemos que estamos em uma emissora que valoriza cada vez mais as coisas da terra, os músicos da terra", conta ele, que pretende gravar novo DVD nos Estados Unidos durante temporada de shows este ano. 

Teatro e música

Iva Rothe, outra estrela desta edição do projeto, ganhou direção de Brunno Régis em música gravada exclusivamente para o curta-metragem. A produção explora o lado teatral da cantora, que aparece acompanhada de músicos na canção "Maria do Pará". "Eu só funciono à base de projetos artísticos, onde consigo explorar meu lado teatral. Isso que me move, pois me sinto confortável com isso. Cresci ouvindo bregas perto de casa, então brincar com tudo isso é muito bom", afirma a cantora.

A coordenadora de produção do Núcleo de Documentários da TV Cultura do Pará, Glenda Abud, informa que os artistas e realizadores selecionados este ano têm amplo currículo em suas áreas de atuação, e mostraram ideias criativas para abraçar o projeto. "Pegamos vários artistas paraenses que já têm projeção nacional, como Leila Pinheiro e Jaloo, mas também apresentamos outros que estão na estrada. O bacana deste projeto são as diferentes linguagens musicais que ele traz e apresenta ao público. O papel da Cultura é de fomentar e ser um agente de informação da cultura do nosso Estado para o País e para o mundo, já que vamos trabalhar com a internet também", ressalta.

Todos os curta-metragens do "Sonora Pará" serão exibidos em programa especial no próximo dia 10 de setembro (domingo), às 21 h, na TV Cultura do Pará. Já na Rádio Cultura, os teasers começaram a ser veiculados no início de agosto e, a partir de quinta-feira (7), entrarão os spots de um minuto e meio.

Na internet, os produtos serão veiculados também a partir de quinta-feira, às 20 h, na página do Portal Cultura no Facebook, e no canal do Portal Cultura no Youtube, com a seguinte ordem: Jaloo, Espanta Cão, Estrobo, Leila Pinheiro, Mestre Damasceno, Luê, MG Calibre, Banda União Vigiense, Paulo José Campos de Melo, Adamor do Bandolim, Iva Rothe e Wanderley Andrade.

Participantes da segunda edição do Projeto Sonora Pará:

Júnior Franch – Jaloo
Cristiano Santa Cruz – Espanta Cão
Adriana Oliveira – Strobo
Vitor Souza Lima – Leila Pinheiro
Guto Nunes – Mestre Damasceno
Carolina Mattos – Luê
André dos Santos – MG Calibre
Ângela Nelly – Banda União Vigiense
Larissa Bezerra – Paulo José Campos de Melo
Rodrigo Bittencourt – Adamor do Bandolim
Brunno Régis – Iva Rothe
Afonso Gallindo – Wanderley Andrade

Wanderley Andrade se apresenta no Porão do Alemão

Em segunda apresentação no Porão do Alemão, a estrela paraense do brega, Wanderley Andrade, aterrissa em Manaus novamente na quinta-feira (31), para mais um show no templo do rock, desta vez com o show 'Canta Raul', onde o artista vai executar os clássicos do 'maluco beleza'. Na primeira apresentação o cantor mostrou que é campeão de bilheteria, tendo esgotado os ingressos em apenas duas semanas.
  

Desta vez, Andrade pretende cativar o público amante de Raulzito, com um repertório composto por clássicos como 'Maluco Beleza', 'Gita', 'Metamorfose Ambulante', 'Ouro de Tolo' e tantos outros. Muitos não sabem, mas Wanderley Andrade é reconhecido até pela família do Raul como um dos maiores intérpretes do Pai do Rock Nacional.

Foto: Divulgação

O Porão será preparado para a gravação do DVD ao vivo de Wanderley e conta com a participação da banda Tudo pelos Ares, que foi selecionada para representar o Amazonas no Rock In Rio deste ano, fazendo o pré-show. A ideia de um crossover breeg/rock partiu do proprietário da casa, William Lauschner. "Convidei o Wanderley para fazer um show, como ele canta rock nos shows de brega, para um público amante de brega, eu o chamei para tocar um pouco de brega num show de rock, para roqueiros. Como o primeiro show foi um sucesso e ele é amante de Raul Seixas, além de ter o timbre muito parecido, resolvemos fazer esse segundo show para o público amante de Raulzito ", disse.

A estrela Wanderley Andrade

Com uma carreira de mais de 20 anos, Andrade é dono dos sucessos 'Traficante do Amor' e 'A Conquista', que receberam destaque nacionalmente. Para o show do dia 31, o cantor promete mesclar músicas inéditas, gravadas em Nova York, com um material diversificado. Além de Manaus, outros 13 Estados receberão o show do paraense, "só tenho espaço na agenda em janeiro de 2018", comemora Andrade. Incluindo as regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste, além do Amazonas, outros 13 Estados, como Acre, Goiás, São Paulo, Espírito Santo e Mato Grosso receberão os shows do paraense. 

Fergie revela conversa com Anitta para parceria

Foto:Reprodução/iBahia
Parece que mais uma parceria internacional está vindo por aí para Anitta. Em entrevista para a revista Vogue, Fergie disse que está conversando com Anitta sobre uma possível parceria musical. “Estamos conversando”, afirmou a norte-americana. Ela disse acompanhar o trabalho da musa do Funk  “Achei genial seu trabalho com o Giovanni Bianco, inclusive temos nos falado por telefone”. Fergie disse ainda gosta de Ivete Sangalo.

Será esse a próxima aposta de Anitta na gringa? Semana passada, a carioca divulgou que vai lançar uma nova música por mês. “Todo mês, uma tacada diferente”, diz Anitta que, focada na carreira internacional, também repetiu a frase em espanhol e inglês. Dia antes, ela movimentou o Vidigal, na Capital Fluminense, com as gravações das cenas do seu novo clipe Vai, Malandra.


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Anitta anuncia que vai divulgar um clipe novo por mês

Anitta mandou avisar que vai divulgar um clipe novo por mês! A informação está registrada num vídeo em que a cantora promete, em inglês, português e espanhol.

Desde que se lançou no mercado internacional, Anitta não tem poupado esforços para mostrar ao mundo inteiro o que está fazendo. E com quem está fazendo! Com gravações de clipe no exterior, a Poderosa vem causando. Nos últimos dias, sua passagem pelo Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, para gravar um novo vídeo, sacudiu a internet. Ela é poderosa sim ou sim?

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Pabllo Vittar sensualiza nos bastidores da gravação do novo clipe

Entre uma tomada e outra, Pabllo Vittar faz jus ao título da músicaCorpo sensual”. A drag queen, que ficou famosa ao dividir os holofotes com Anitta no clipe “Sua cara”, esbanjou sensualidade nos bastidores da gravação do clipe da nova canção. No vídeo, ela contracena com o cantor Mateus Carrilho, da Banda Uó.
Foto:Reprodução/iBahia
A presença da agora famosa drag queen movimentou a cidade, no interior de São Paulo, que serviu de locação para a gravação do clipe, que traz Pabllo cantando versos como "Viro sua mente com meu corpo sensual/ Minha boca é quente, vem/ Não tem igual/ Tá todo carente no pedido informal/ Vai passar mal".Para saber mais acesse o iBahia.


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Anitta divulga coreografia de nova música e deixa fãs ansiosos

Anitta tem deixado os fãs eufóricos com o anúncio de tantas novidades. Após anunciar que vai rodar seu novo clipe numa comunidade carioca, a cantora compartilhou em seu Twitter a coreografia da nova música ainda sem o som. Foi o suficiente para os internautas irem à loucura. Nos passos, a artista e duas bailarinas mesclam passos de hip hop, pop e funk.

A cantora gravará o vídeo da nova música com o rapper Maejor, que é amigo e produtor do canadense Justin Bieber. Recentemente, a poderosa deu outro passo rumo à carreira internacional: assinou com a digital Shots Studios, de John Shahidi. Uma das metas da cantora é explorar mais os mercados de países de língua espanhola e de língua inglesa. Para saber mais acesse o iBahia.*Deixe o Portal Amazônia com a sua cara. Clique aqui e participe.

Após 15 anos do primeiro disco, Tribalistas anunciam retorno

Foto:Reprodução/iBahia
Quinze anos após o lançamento do CD 'Tribalistas' (2002), Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte anunciaram na noite da última quarta-feira (9), para a alegria dos fãs que acompanham o trio, seja em carreira solo ou em parcerias, o retorno do grupo.

Através de um ao vivo no Facebook, o trio revelou para os fãs, que já aguardavam a reunião da banda, a gravação de um novo disco com músicas inéditas. Juntos, o trio começou a transmissão cantando a música Diáspora, com Marisa no violão, Brown no cajón e Arnaldo nos vocais. Ao final da apresentação, a carioca agradeceu aos internautas e anunciou a volta do grupo. "Boa noite, nós somos os Tribalistas", disse.

Durante a transmissão, o trio respondeu perguntas dos fãs e revelou que o novo álbum deve ser lançado em agosto. A live ainda contou com a participação de outros músicos: Dadi (baixista), Pedro Baby (violão) e Cezar Mendes (também violão). 

Acompanhe:


Ouça Diáspora, nova canção dos Tribalistas.


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Luiz Melodia morre de câncer, aos 66 anos, no Rio de Janeiro

Morreu na manhã desta sexta-feira (4) o cantor e compositor Luiz Melodia. Aos 66 anos, o músico carioca lutava contra um câncer derivado de um mieloma múltiplo, tipo de doença autoimune. O tratamento começou em julho do ano passado, mas em março deste ano Melodia precisou ser internado no Hospital Quinta D'Or, no Rio de Janeiro.
Foto:Reprodução/Facebook-Luiz Melodia
Na época, a assessoria do artista informou que o tratamento de quimioterapia feito no hospital "resultou em uma baixa glicemia e acidez sanguínea". "Por esse motivo ele se encontra internado no CTI. Luiz permanecerá internado para que as sessões de quimioterapia sejam realizadas com maior segurança e na sequência fará um autotransplante de medula, que é o único tratamento com resultado efetivo", dizia o comunicado. Em maio, ele foi submetido ao transplante e no fim de junho pôde voltar para casa. A recuperação do artista vinha se dando de forma progressiva, segundo amigos e familiares.

Afastado dos palcos desde então, Melodia ainda viveu outro drama enquanto esteve internado. Sua casa no Rio de Janeiro foi assaltada em maio, no mesmo dia da realização do transplante. Quatro bandidos renderam o filho dele e um amigo e ainda levaram parte do acervo do artista.

O último trabalho do cantor, Zerima, foi lançado em 2014 e apresentado em Salvador em janeiro de 2015. Na época, Melodia estava há quase três anos sem fazer shows na capital baiana.

O disco foi o primeiro de inéditas do cantor, em 13 anos. Mas também trazia regravações de grandes clássicos, como Maracangalha, de Dorival Caymmi. Outra música que remete à Bahia, estado com o qual Melodia sempre manteve proximidade, é Moça Bonita, composta por Jane Reis, mulher de Melodia, com sua batida de sambas de roda do Recôncavo.Para saber mais cesse o iBahia.

Banda X, do guitarrista Ximbinha, lança nova música e clipe

Foto:Reprodução/Facebook-Banda X
Pegando carona no ritmo latino reggaeton, a Banda X, que na verdade é uma dupla formada pelo guitarrista Ximbinha (ex-Chimbinha) e a pernambucana Michele Andrade, lançou nesta semana a música 'Avião'.

A previsão é de que a faixa esteja disponível em todas as plataformas musicais, como Spotify e Deezer, neste fim de semana. O clipe de 'Avião' já está disponível no YouTube em formato de lyric vídeo.

Confira:
O single foi composto Liah Soares, o hit representa uma virada na carreira, que passa a incorporar ritmos pop e dançantes. A primeira música de trabalho da Banda X, intitulada Pirei em você, foi lançada em junho deste ano. Antes disso, o guitarrista chegou a produzir os hits 'Dançando Calypso' e 'Acelerou'.

5° Malaba Jam Festival tem edição especial Virada Sustentável em Manaus

Foto: Divulgação/Bruno Kelly
O quinto Malaba Jam Festival acontece em Manaus neste sábado (29) como edição especial 'Virada Sustentável'. Dentro da programação do evento de sustentabilidade realizado em todo o Brasil, o encontro reúne música, artes plásticas e solidariedade a partir das 16h.

As bandas Canhamukaya, Na Trilha, Cabocrioulo, Johnny Jack Mesclado, Os Tucumanus e Alaídenegão, além dos DJs Kimo e Tubarão são as atrações do festival. Cada atração vai receber convidados para dividir o palco, entre os nomes confirmados estão Cileno, Leka Denz e Casa de Caba.

Segundo a jornalista Lane Lima, uma das organizadoras, o evento vai celebrar 15 anos de atuação do Grupo Raio de Sol, que oferece apoio social, psicológico e pedagógico a portadores de doenças no sangue, a maioria do interior do Amazonas. Ela destaca que a entidade beneficia, com cestas básicas, 67 pacientes sem condições de se manter na cidade durante o tratamento.

“Queremos celebrar este momento da instituição com um número expressivo de doações e ajudar mais famílias”, diz Lane, que informa ainda ter arrecadado mais de duas toneladas de alimentos, além de roupas, fraldas, brinquedos e livros nas quatro edições do festival. “Há dois anos lançamos a campanha com antecedência para que o público tenha mais tempo de se organizar e participar desta ação social”, destaca.  

O acesso aos shows é gratuito, no entanto, o público é convidado a doar itens que compõem a cesta básica como arroz, feijão, macarrão, óleo, café, açúcar, leite em pó e complemento alimentar. “O festival busca a mobilização espontânea da comunidade para ajudar portadores de doenças no sangue com doações, que podem ser feitas no dia do festival ou direto na sede do Raio de Sol, no Hemoam”, informa a jornalista. “É uma boa oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pela entidade”, completa.

Um grupo de artistas plásticos locais, coordenado por Romahs Mascarenhas, artista visual e roteirista da Maurício de Sousa Produções, é responsável pelas intervenções artísticas. A proposta é deixar um legado para o parque, uma marca registrada do Malaba Jam Festival, e conta com Turenko, Coletivo X-MAO, Tial, Débora Erê, Nádja Kristhina, Lobão e André Hulk.

'O Curumim – o último herói da Amazônia', criado pelo jornalista Mário Adolfo, também está nesta corrente do bem. Com tirinhas de quadrinhos, até o dia do evento, o personagem vai mostrar como o público pode ajudar os pacientes atendidos pelo Raio de Sol com doações.

A feira criativa do Arte em Movimento também está confirmada no Parque dos Bilhares. Esta é a segunda vez que o projeto leva expositores do segmento de artesanato para colorir a festa.

O Malaba Jam Festival surgiu em 2013 para homenagear o músico amazonense Rafael Derzi, conhecido como Malaba, que foi vítima de leucemia. Na ocasião, família e amigos decidiram transformar a perda em solidariedade e ajudar pessoas que lutam contra a doença.

Confira a programação dos shows:

16h – DJ Kimo
17h – Canhamukaya e Na Trilha
18h – Cabocrioulo
19h – Johnny Jack Mesclado
20h – Os Tucumanus
21h – Alaídenegão

Cantor amazonense faz música contra homofobia

Não é segredo que o Brasil é um dos países com mais casos de violência contra minorias sexuais. De acordo com uma pesquisa feita pelo Grupo Gay da Bahia, o Amazonas entra na lista como um dos Estados que possuem maior número de assassinatos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT). Diante dessa estatística, a comunidade protesta da forma que consegue. O ator e cantor amazonense Paco optou em usar o audiovisual para confrontar casos de homofobia.
Foto: Divulgação

O clipe 'Essa é pras Gays' foi escrito e produzido por Paco. Ele contou ao Portal Amazônia que a canção é uma crítica direta aos homofóbicos, mas também serve como uma autorreflexão para as pessoas que não aceitam a homossexualidade. “Quando a música surgiu eu estava em um período de autonegação,  algumas inseguranças e medos. 'Essa é pras gays' foi a primeira letra que escrevi, em uma noite consegui finalizar toda a canção, depois fiz alguns reparos na letra. Tentei trabalhar a música com alguns DJ's locais e não deu muito certo, acredito que não era a hora de sair do papel, tudo tem o seu momento”, afirmou.

Paco não desistiu e continuou a procurar apoio, ele conseguiu auxilio de universitários da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). “Quando finalizei a canção no estúdio consegui a ajuda de dois estudantes do curso de audiovisual da UEA, Henrique Saunier e Pedro Gomes”, contou o artista. Depois de um tempo, Paco e equipe começaram a produção do clipe. “O local da filmagem foi em um prédio abandono próximo do terminal de ônibus do Centro. O Pedro Gomes ajudou com a gravação e o Henrique Saunier ficou responsável por editar o material”, relatou Paco. 


A gravação do clipe aconteceu no dia 6 de julho. Além de Paco, a produção conta com a participação  de Jane Kira, Ítalo Pires, Emanuel Medeiros, Mariane Saunier, Luiggi Kouheidog e Paulo Tiago. A equipe utilizou um prédio abandonado como cenário. “O engraçado é que explicamos a gravação para o senhor que toma de conta do lugar, e ele disse que o dono do prédio apoia causas LGBTs, mas acabamos não sabendo a quem o espaço pertence”, contou o artista. 

O artista disse que ele é um personagem, e dessa forma consegue superar todos os medos. “O Paco é um lado meu que é forte, corajoso, diferente do Francisco (verdadeiro nome do artista) que é reservado, tímido. O Paco é performativo, rebola e gosta de se mostrar. Trago a performance muito intrínseca dentro do processo de criação do clipe, algo que eu já desenvolvo no campo teatral”, disse.


Foto: Divulgação

Contra o preconceito

Para o artista, a homofobia é uma realidade cruel na vida da comunidade LGBT. Ele mesmo sofreu um ataque homofóbico e compartilhou a experiência. “O dia em que resolvi de fato levar a música a frente eu estava indo em direção ao Teatro Amazonas, então  um carro parou e o motorista disse em tom de piada: 'Você tá muito viadinho com essa roupa'. E nem era uma roupa feminina. No mesmo dia cheguei ao Largo de São Sebastião, no Centro, e tinha uma galera reunida segurando a bandeira LGBT, eu encarei isso como sinal”, relembrou o jovem. 

Ao ser questionado se pretende fazer outras canções, Paco disse que gostaria, mas se sente inseguro por causa de um problema de saúde. O artista garantiu que possui músicas que falam sobre temas importantes para a política do Brasil. “Não me considero cantor, preciso melhorar bastante, uma das minhas inseguranças era a voz, todos os meus amigos sabem que eu sofro de uma deficiência na dicção, já fiz cirurgia, mas o problema permanece. Depois vi que isso podia ser um diferencial meu e não um defeito, que eu podia usar isso ao meu favor”, disse.

Sentapua lança CD 'Andrômeda' no Teatro Amazonas


A veterana Sentapua, formada em 1998, veio de uma safra que trouxe algumas bandas hoje cultuadas e que na maioria das vezes ressurgem em revivals. Ao contrário dessas, a banda, apesar de alguns hiatos, nunca deixou de produzir (o primeiro 'Fotossíntese' é de 2002) e a prova dessa luta de 19 anos é o lançamento do segundo registro 'Andrômeda', que tem show de lançamento na sexta-feira (14) no Teatro Amazonas.

Formada atualmente por Wilson Feitosa (vocal), Luigi Fernandes (guitarra), Gustavo Sá (bateria) e Frank Roosevelt (baixo), a Sentapua levou um longo tempo para preparar o disco, como explica Frank. "Uma das coisas mais conturbadas da produção foi realmente uma falta de tempo, pois a correria de cada um da banda impedia de a gente conciliar dias e horários para os encontros, ensaios e outras definições dos rumos. Mas vamos resistindo. E as composições nos dão um gás pra que todo trabalho valha a pena", afirma o baixista.
Foto: Divulgação/João Nunes

O baterista detalha mais o processo. "O disco começou a ser produzido em 2015, no período em que entrei na banda, já a fase de gravação teve início o segundo semestre do ano passado. 'Andrômeda' possui composições de todos os integrantes da banda, foi um trabalho de parceria e colaboração muito bacana", disse Gustavo.


Gravado nos estúdios HS e Essence, de forma totalmente independente, "Andrômeda" contém seis músicas. "As composições variam entre blues, heavy metal, hard rock e grunge, que é uma influência bem intensa na banda, porém, com aquela personalidade existente no som da Sentapua" comenta o músico. 

Show no Teatro Amazonas

O show de apresentação das novas músicas e de velhas conhecidas do primeiro CD, veio através de um edital da SEC (Secretaria de Estado da Cultura), conta Frank. "A gente viu a importância em se inscrever para o edital da SEC por se tratar do maior espaço cultural do Norte. Para a banda é um privilégio tocar lá, porque é um dos poucos lugares onde o artista amazonense tem acesso para se apresentar. E quem não gostaria de ter sua arte vislumbrada neste magnífico templo?", disse. 

A expectativa de fazer um show em um lugar grandioso anima Gustavo. "A expectativa é muito grande com esse lançamento e o fato de conseguir lançar no Teatro Amazonas é a concretização de um sonho. Por toda a beleza, história e pelo que o mesmo representa, consideramos o Teatro Amazonas como nosso templo sagrado, falando sob o ponto de vista cultural, como artista. Sem dúvidas é uma grande realização poder demonstrar nossa arte naquele palco e o que vai ser bem bacana também, será o fato de estar lançando na semana do dia mundial do rock", encerra o baterista. 

Série Encontro das Águas realiza espetáculos musicais inéditos em Manaus

O que Dragon Ball, Jurassic Park e Psicose tem em comum? Além de serem ícones da TV e do cinema, as trilhas sonoras são inesquecíveis. E, pela primeira vez no Brasil, uma orquestra reunirá esses e outros sucessos em seções temáticas. Trata-se da Série Encontro das Águas, com o tema 'A Sétima Arte', que reúne a Amazonas Filarmônica, a Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA) e diversos corpos artísticos em apresentações no Teatro Amazonas, em Manaus, a partir do dia 20 de julho.

O regente das duas orquestras e diretor dos Corpos Artísticos do Amazonas, maestro Marcelo de Jesus, recebeu equipe do Portal Amazônia e alguns convidados no ensaio desta sexta-feira (14), no Teatro Amazonas.  
Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
O maestro explicou que este ano a série se transformou em uma verdadeira "jornada", em que serão apresentados quatro espetáculos diferentes. "Fizemos alguns cortes porque senão cada música iria durar 10 minutos, elas são extensas, e isso não ficaria bom. Iremos acompanhar as cenas que passarão na tela, tocando esses trechos", contou.

Outra cara

A 'Série Encontro das Águas' é realizada anualmente pela Secretaria de Estado de Cultura, por meio dos Corpos Artísticos do Amazonas. Foi criada em 2015, como uma forma de unir visões artísticas que, em teoria não estariam juntas, como, por exemplo, a música erudita e a música popular.

"Muitos diretores não usavam trilha sonora. Pegavam músicas de compositores que não foram escritas para aquilo e, na visão deles, achavam que aquela música podia servir para aquela cena. Um exemplo é Laranja Mecânica, que tem a nona sinfonia de Beethoven. A música tem um outro caráter, completamente diferente do original. Se for ouvir a sinfonia deslocada do filme, é de alegria, e no filme passa exatamente o contrário. Isso é o legal da música", comentou Marcelo de Jesus sobre o uso das músicas nos clássicos da sétima arte.

De acordo com o maestro, o intuito da inclusão dessas vertentes musicais em uma apresentação de orquestra, feito inédito em todo o País, é provocar. "Queremos que a pessoa saia daqui e vá procurar mais. Aqui não é o fim, é um estímulo. É mostrar para as pessoas que uma orquestra pode tocar a música do Dragon Ball Z, mas ela também toca Mozart. É para aproximar, mas não descontextualizar a orquestra", explicou.

"Tudo isso é um desafio porque é completamente inédito no Brasil. Não existe nenhum lugar que faça um espetáculo desse tipo. Nós faremos quatro espetáculos com tudo diferente em quatro dias, mas eu acredito que isso é o que nos move como artistas. E para essas noites temos muito mais surpresas", afirmou.

Concertos 

O primeiro que compõem a série é o espetáculo 'A Sétima Arte: Aquarela Sinfônica'. "O nome é esse porque encerramos com Aquarela do Brasil, que lembra o desenho 'Você foi à Bahia?', com o Zé Carioca", informou o maestro. Obras como 'O Aprendiz de Feiticeiro', de Paul Dukas, trilha sonora da animação da Disney, fazem parte desta apresentação.

Quando:
quinta-feira (20), 20h, e sábado (29), 20h.

Confira um trecho de 'Aquarela Sinfônica':
O segundo é 'A Sétima Arte: Clássica Cult'. "Tem de todos os tipos, desde Uma linda mulher até o Quinto Elemento, que é um filme que fica ali naquele limite de cult e caricato, mas que possui uma referência musical muito forte", adiantou Marcelo de Jesus. Além deste, trilhas de filmes como 'Psicose', de Alfred Hitchcock, compõem este espetáculo que contará com a participação da soprano Dhijana Nobre, do Coral do Amazonas.

Quando:
sexta-feira (21), 20h, e tem quinta-feira (27), 20h.

A terceira noite é uma novidade, com 'A Sétima Arte: Música de Anime'. Nesta noite a OCA e o naipe de metais e percussão da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica tocarão trechos de desenhos japoneses como Os Cavaleiros do Zodíaco, Sailor Moon, Dragon Ball Z e o filme A Viagem de Chihiro.

"Talvez esse seja o mais diferente. Em três anos da Série, toda vez pediam anime. Fazer música de anime é muito complicado porque é preciso contratar um arranjador e foi isso que a gente fez. O processo foi difícil, primeiro na escolha do que tocar e depois em algumas liberdades que tomamos, como a inclusão de Ultraman, por exemplo, que não é anime, mas tem a linguagem japonesa", revelou o maestro.

Quando:
sábado (22), 20h, e sexta-feira (28), 20h.

Para encerrar a série, o concerto 'A Sétima Arte: A Música de John Williams' homenageia o compositor das trilhas de filmes aclamados: Indiana Jones, Jurassic Park, Harry Potter e Star Wars. Este espetáculo contará também com a regência de Otávio Simões.

"É mais ou menos um apanhado do que a gente já tem feito nesses três anos com as músicas do John Willians. A série começou por acaso. A gente programou na Série Guaraná músicas de Star Wars em um concerto 'normal', porque a linguagem combinava. Eu não imaginei o que aconteceria. Repetimos esse concerto 11 vezes. Então tínhamos que pensar em algo para esse público, que foi como nasceu o Encontro das Águas. Um crossover do que vai além do comum para uma orquestra sinfônica", revelou De Jesus.

Quando: domingo (23), às 17h, com reapresentação às 19h, e domingo (30), nos mesmos horários.

Os ingressos para plateia e frisas: R$ 80 (inteira), R$ 40 (meia); 1° pabvimento R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia); 2° pavimento R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia); e 3° pavimento R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia). Como parte da programação da Virada Sustentável, o concerto do dia 27 de julho terá entrada franca. A classificação indicativa é livre em todos os espetáculos. Para mais informações: (92) 3232-1768.

Rock sobrevive em Manaus, apesar das dificuldades, avaliam músicos

Quando o assunto é rock'n'roll, o Porto de Lenha está cada vez mais distante de se tornar Liverpool. Pelo menos essa é a avaliação de alguns roqueiros da cidade de Manaus. No Dia Mundial do Rock, celebrado nesta quinta-feira (13), o Portal Amazônia fez um balanço de como anda a situação do ritmo na capital amazonense.

Há 15 anos embalando o cenário da música de Manaus, a banda de rock autoral 'Tudo Pelos Ares' recebeu reconhecimento após ser selecionada, em abril deste ano, para fazer um show no festival de música Rock in Rio. Mas apesar do destaque nacional, na avaliação do baixista Marcelo Lima, as bandas locais ainda sofrem com a falta de apoio.
Foto:Cedida/Marcelo Lima
"O grande problema é a falta de incentivos. Em Manaus temos muitas bandas de rock autoral, mas que não recebem qualquer tipo de incentivos. Há alguns anos, o Projeto Valores da Terra [da Prefeitura de Manaus] ajudou muitas bandas a gravarem seus CDs. Mas agora, não recebemos qualquer tipo de apoio do poder público", reclama o músico.

Mas apesar das dificuldades, ele enxerga, na apresentação o Rock in Rio, uma boa oportunidade de colocar novamente o rock autoral manauara sob os holofotes.

"Talvez agora, com a seleção da banda para o Rock in Rio, desperte o interesse do poder público em retomar esse patrocínio, já que está provado que sempre haverá público para o rock", acredita.

O show da banda amazonense no Rock in Rio vai acontecer no dia 21 de setembro no palco Rock District. Na mesma noite, o grupo norte-americano Aerosmith se apresenta no Palco Mundo.

"Estamos ensaiando bastante. Vamos apresentar nosso rock autoral, mas também teremos alguns covers. O repertório ainda não podemos falar que é para manter a surpresa", revela Marcelo.
Foto:Cedida/Marcelo Lima
Falta de espaço

Além da falta de apoio, outro problema que dificulta a vida dos roqueiros de Manaus é a falta de espaços exclusivos para o ritmo. É o que acredita Rafael Marques, vocalista da banda Black Mersey. Ele ressalta que, nos últimos anos, o rock tem perdido espaço para outros estilos musicais em todo o país, o que tem dificultado o retorno financeiro das casas que adotam o estilo musical.

"Manaus ainda está carente de locais que toquem exclusivamente o rock. O ritmo está cada vez mais escasso nas casas noturnas porque não dá mais o mesmo retorno de antes para os empresários. Mas não é somente em Manaus que isso acontece. Em São Paulo a situação é a mesma", destaca.
Foto:Reprodução/Facebook-Black Mersey
Ele conta ainda que, após uma temporada de dois anos em São Paulo, retornou a Manaus e se surpreendeu com a quantidade de novas bandas de rock que surgiram neste período. Mesmo com alguns problemas pontuais, ele ressalta que a convivência entre elas é pacífica.

"Infelizmente ainda existe muita picuinha entre as bandas. Alguns integrantes ainda perdem tempo sujando o nome de outras bandas porque se enxergam como concorrentes. Mas no geral as bandas são parceiras e o relacionamento é saudável", avalia.A banda Black Mersey apresenta há nove anos covers dos Beatles em Manaus.

Mas, apesar das dificuldades, Rafael Marques continua fiel ao ritmo popularizado pelo quarteto de Liverpool e apresenta dois novos projetos: a banda RockBeat e o Duo Acústico, em parceria com o pianista pianista Breno Fragata.

"O rock está tentando sobreviver em Manaus", finaliza o roqueiro.

Violoncelista da Noruega realiza apresentação gratuita em Manaus

Foto: Gustavo Tavares/Acervo 
O músico, compositor e primeiro violoncelo da Ópera Nacional da Noruega, Gustavo Tavares, está de passagem pelo Amazonas. Em busca de inspiração para novos projetos, o músico também inspira, com pequenas apresentações gratuitas para comunidades ribeirinhas.

Tavares realiza nesta sexta-feira (14) mais uma dessas apresentações, dessa vez em Manaus, no Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). A apresentação é gratuita e acontece às 16h, na Casa da Ciência.

O violoncelista apresentou-se em importantes festivais, colaborando frequentemente com músicos como Paquito d’Rivera, Nelson Faria e Mario Brunello. Como compositor e arranjador, teve o seu trabalho gravado em projetos agraciados como o 'Latin Grammy' e recebeu o 'Brazilian International Press Award' pelo seu trabalho como intérprete e divulgador da música brasileira.

Doutor em artes musicais pela Rutgers University nos Estados Unidos, Gustavo Tavares é um músico versátil que brinca com artistas clássicos, bem como jazz e populares. Atualmente reside em Oslo (Noruega), onde tem realizado inúmeras apresentações com o apoio do Instituto Norueguês de Concertos.

Filme-concerto de Gilmour será exibido em Manaus

Por apenas uma noite, dia 13 de setembro, às 20h, mais de dois mil cinemas em todo o mundo exibirão o histórico filme-concerto de David Gilmour, guitarrista, saxofonista, compositor e cantor, vocalista da banda inglesa Pink Floyd e considerado um dos maiores músicos de todos os tempos.
Foto: Reprodução/Youtube

Gravado no ano passado, 'David Gilmour: Live in Pompeii' será exibido em 84 telas de cinema de todo o Brasil, incluindo exibições no UCI do Samaúma Park Shopping, na Cidade Nova. Distribuído pela Rede UCI para exibidores de todos o país, o show marca o retorno do guitarrista a Pompeia, onde em 1971 gravou o clássico filme 'Pink Floyd Live At Pompeii'.

Com 125 minutos de duração, o espetáculo audiovisual conta com imagens inseridas especialmente para o show e inclui lasers e pirotecnias que complementam as músicas, além, é claro, das letras de toda a carreira de David, como as especiais 'The Great Gig in The Sky', 'Rattle That Lock', 'On An Island', 'Wish You Were Here', entre outros. 

Ópera La Traviata é atração no projeto "Ópera na Tela" no Pará

A Fundação Cultural do Pará (FCP) traz neste mês na programação do projeto Ópera na Tela, a ópera “La Traviata”, que será apresentada nesta quinta-feira, 13, no Cine Líbero Luxardo, às 19h. Ingressos nos valores de R$ 12,00 a inteira e meia a R$ 6,00 para estudantes. As informações são da Agência Pará.
Foto:Reprodução/Agência Pará
La traviata, que em tradução livre quer dizer “a mulher caída”, é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi, com libreto de Francesco Maria Piave. Foi baseada no romance "A Dama das Camélias", de Alexandre Dumas Filho. Estreou no dia 6 de março de 1853, no Teatro La Fenice, em Veneza.

É um dos títulos mais queridos do repertório lírico, dada a força dramática obtida por Verdi, ao juntar música e cena com grande maestria. A ópera única de Verdi tornou-se uma das obras mais aclamadas do compositor, pois, logo no prelúdio, apresenta os dois principais temas, o amor e a morte, descrevendo imediatamente o que será a essência do drama.

Violetta é a mais famosa e sofisticada cortesã de Paris e apaixona-se por Alfredo, que já a amava. Temendo a reação do pai do rapaz – e da sociedade parisiense – eles mudam-se para o campo. Procurada por Giorgio Germont, pai de Alfredo, ela se afasta de seu amado. Alfredo se sente traído e tem raiva. O pai, arrependido, revela a verdade, mas quando Alfredo retorna, Violetta está gravemente doente e morre em seus braços.

A ópera tem duração de 150 minutos e será exibida em colorido e legendado. A classificação indicativa é para maiores de 14 anos.
Serviço: Ópera “La Traviata”

Data: 13 de julho (quinta-feira)

Local: Cine Líbero Luxardo

Hora: 19h

Ingressos: R$ 12,00 inteira e R$ 6,00 meia.

Drag queen Tiffany Bradshaw se apresenta em Manaus

"A internet democratizou o universo drag", disse o paulista Rafael Baptistella, sobre a arte de ser transformista. A afirmação dele não é infundada, aos 29 anos, Baptistella é conhecido na noite de São Paulo como Tiffany Bradshaw, ou seja, ele entende muito bem os desafios e conquistas de uma transformista. No dia 22 de julho, a personagem Tiffany Bradshaw se apresenta na festa 'Valei me' e o artista falou sobre as expectativas para o show em Manaus.
Foto: Reprodução/Facebook-Rafael Baptistella 

As drags queens apareceram na vida de Rafael Baptistella ainda na infância, através da televisão. Mas o encanto pela arte começou depois que o paulista assistiu a segunda temporada do programa 'RuPaul's Drag Race', que elege a melhor drag dos Estados Unidos. Quando se mudou para a capital de São Paulo, o artista focou nos estudos. “Comecei a me montar principalmente por causa do programa, achava aquele mundo sensacional”, lembrou Baptistella.
Profissionalmente, Baptistella se 'monta', termo usado para a caracterização de uma drag, há seis anos. Ele acredita que atualmente as pessoas estão mais informadas sobre a arte drag. "Me montava mal, antigamente não tínhamos uma gama de informação grande, como por exemplo, um tutorial falando de maquiagem ou roupas. A gente dependia de uma drag mãe, um tipo de conselheira, para nos ensinar tudo sobre esse universo.

Foto: Reprodução/Facebook-Rafael Baptistella

Sobre questão de preconceito, o artista contou ao Portal Amazônia que sempre recebeu o apoio e carinho dos amigos, mesmo daqueles que não conheciam as performances de drags. Já com a família, Baptistella precisou ter paciência e dar a notícia aos poucos. “Contei para os meus familiares apenas dois anos depois que comecei a fazer shows, eu esperei, quis ter certeza de que ser drag queen era algo que eu gostava e queria fazer na vida”, afirmou. 

Performance 

Pela primeira vez em Manaus, o artista que ficará um curto espaço de tempo, espera conhecer um pouco da cultura local. “Quero ver um pouco da cidade. Quando a gente viaja a trabalho é muito difícil encontrar tempo para visitar os lugares, é muito puxado. Mas seu eu puder conhecer, tenho certeza que vou adorar”, disse. Através do Portal Amazônia, Baptistella soube que a apresentação será realizado em uma casa de show ao lado do Teatro Amazonas. “Pelo menos algo em Manaus vou conhecer”, brincou. 

Para o público manauara, o artista guardou muitas surpresas. “Eu não posso adiantar muito, mas vai ter muita Britney Spears, bate cabelo, gritaria e interação com as pessoas”, disse. Ele destacou também que adora conhecer os fãs. “São pessoas que tenho um contato maior na internet, mas que vou ter o prazer de conhecer em Manaus. É tão legal receber o carinho de quem acompanha o meu trabalho”, contou. 

Veja a uma apresentação de Tiffany


Conselho

Para os jovens que desejam seguir a carreira de drag queen, Baptistella tem apenas um conselho. "Paciência", disse. De acordo com o artista, a arte drag quebra esteriótipos a cada dia. "Hoje em dia, os jovens tem muito informação e devem usar isso a seu favor. Ser drag não é apenas colocar uma peruca e maquiagem, é algo difícil. Vai experimentado, se monte com calma e tente avisar aos seus familiares de forma gradual, porque, muitos pais acham que a drag é marginalizada, por isso, eu aconselho a ir com paciência", contou.

Evento

A festa 'Valei me', com a participação de Tifanny Bradshaw acontece no dia 22 de julho, às 23h, na Estação Arte e Fato, localizada na Rua 10 de Julho, sn - Centro (ao lado do Teatro Amazonas). Os ingressos custam R$ 20 e podem ser comprados na bilheteria. As drags pagam apenas R$ 15.