Grupo Çapó é atração no Encontro de Culturas da Chapada dos Veadeiros

O grupo é o representante do Amazonas na programação

Com nome inspirado na bebida de guaraná feita pelos Satere Mawé, o Grupo Çapó é o representante do Amazonas no Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros e apresentará uma live nesta sexta-feira, 7, a partir das 19h (Brasília), no canal Encontro de Culturas.

Foto: Bruna Curcio

Nascido em 2018, em Maués, o Grupo Çapó foi idealizado com intuito de produzir memória. O músico e produtor Rafha Mendonza conta que a expressividade artística do grupo mescla as vivências musicais dos integrantes ao tambor de gambá, manifestação presente na região do Baixo Amazonas, e fala da experiência de participar do encontro.

“Estar participando do Encontro de Culturas da Chapadas dos Veadeiros, que é um festival super importante para o cenário da cultura tradicional e popular, por onde passam e passaram grandes artistas que admiramos e nos inspiramos, é louco de tão bom! Ainda com essa experiência da virtualidade, se torna até surreal”, explicou.

Por meio de um edital que recebeu 378 inscrições de artistas de todas as regiões foram selecionadas as atrações desta edição. “Estamos preparando uma apresentação emocionados, empolgados e atentos, pois é uma honra representar nossa região nesse encontro tão especial” completou Rafha Mendonza.

O grupo Çapó é formado por Rafha Mendonza (voz, violão e charango), Rangel (tambor), Cleumir Leda (flauta), Dani Colares (violão, dança e poesia). O percussionista João Paulo Ribeiro é convidado para apresentação.

Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros

Realizado há 20 anos pela Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, no Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, em Goiás, o encontro promove a primeira edição on-line, em virtude da pandemia.

Com transmissão pelo Youtube, a programação conta com oficinas, rodas de conversa e apresentações musicais entre os dias 25 de julho e 23 de agosto.

“Passamos por um momento de travessia. Assim como caboclo atravessa o rio, a tempos de calmaria a tempos de tormenta, o importante é atravessar. E a arte nos ajuda nesse momento em que uma Pandemia, nos provoca, a mudanças, quer seja de hábitos ou pensamento”, finalizou Rafha Mendonza.

Acesse a programação completa aqui

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