PF desarticula organização criminosa que explorava ouro ilegalmente no Amapá

Os investigados são suspeitos de explorar e comercializar ouro extraído ilegalmente de garimpos clandestinos localizados no Amapá e na fronteira com a Guiana Francesa e o Suriname.

A operação da Polícia Federal, denominada Ouro Perdido, conta com a colaboração do governo francês e de outras instituições brasileiras como a Receita Federal, o Ministério Público, a Força Aérea e o Exército. Já foi determinado pela Justiça Federal o bloqueio de aproximadamente 146 milhões de reais da quadrilha e a proibição das atividades comerciais e financeiras dos investigados.

De acordo com a Polícia Federal, estabelecimentos comerciais no Oiapoque, no Amapá, seriam destinos de ouro extraído clandestinamente da região de fronteira entre Brasil, Guiana Francesa e Suriname. A Receita Federal estima que pelo menos 20 empresas sem autorização para o comércio de ouro estejam envolvidas nas ilegalidades.

Os investigados poderão responder pela prática dos crimes de associação e organização criminosa, crimes financeiros, lavagem de capitais, receptação, usurpação de matéria prima da União e crimes tributários.

Publicidade
Publicidade

Relacionadas:

Mais acessadas:

Lei determina governo de Rondônia ‘priorizar’ café robusta para consumo na administração pública

Lei publicada em junho já está em vigor. Em caso de descumprimento à norma, decisão deve ser fundamentada, aponta Seagri.

Leia também

Publicidade