Mapeamento inédito que abarcou mais de 5 mil espécies arbóreas na Amazônia reforça papel de animais para ações de polinização e dispersão de sementes. Resultados evidenciam que tendência de perda de fauna, quer por interferência do homem ou mudanças climáticas, pode colocar futuro do ecossistema em risco.
Ações incluem planejamento de dragagens, manutenção hidroviária, reforço da sinalização náutica e avaliação permanente das condições de navegabilidade na Amazônia.
Em consequência ao crescimento da vazão de água, aumentam a erosão e o transporte de sedimentos, prejudicando organismos aquáticos e comunidades ribeirinhas.
Entre 1988 e 2024, em pelo menos 7% da cobertura de vegetação na Amazônia Legal (24,9 milhões de hectares) houve detecção de algum sinal de distúrbio de dossel por pelo menos um mês.
Lentidão incomum e o longo rabo do animal chamaram a atenção do pescador. Macaco-velho não é raro, mas costuma passar despercebido porque vive nas copas das árvores.
Especialistas do Museu Goeldi e demais institutos participa da III Reunião anual da Rede Bioamazônia, de 11 a 15 de maio, na cidade colombiana de Letícia.
Descoberta do novo gênero de caranguejo demonstra a importância dos povos indígenas, em especial dos Yanomamis, e das unidades de conservação na preservação da biodiversidade.