Três anos após o decreto de emergência na TI Yanomami, dados do Ministério da Saúde mostram queda nas mortes, aumento de equipes de saúde, enquanto garimpo ilegal segue e preocupa lideranças indígenas.
Cientistas de instituições envolvidas em pesquisas sobre direitos ‘sequestrados’ dos povos indígenas repassaram a publicação a lideranças e novas gerações dos povos Suruí do Pará e Gavião.
Ao Portal Amazônia, especialista explica porque fronteira entre os países registrou pouca movimentação no fluxo migratório para o território brasileiro, mesmo após ofensiva norte-americana na Venezuela.
Crise humanitária e, agora, o ataque dos EUA geram incerteza sobre o fluxo migratório. Em oito anos mais de 150 mil venezuelanos chegaram a Roraima e seguiram para outros Estados.
No estudo, o terreiro é apresentado como um quilombo urbano, um princípio ideológico de resistência cultural, em que as relações são estruturadas no matriarcado, de acordo com as vivências.
Iniciativa de cooperação internacional terá duração de 36 meses, com investimento de R$ 6 milhões, para fortalecer redes locais e qualificar a produção e o uso de dados nos dois territórios.
Localizada na fronteira de Roraima com a Venezuela, a cidade brasileira de Pacaraima há anos tem acolhido venezuelanos em meio à crise no país vizinho.
Para a maioria dos povos indígenas, datas como a do Ano Novo não carregam significado simbólico, visto que essas etnias não seguem o calendário gregoriano, adotado mundialmente, mas que se organizam a partir dos ciclos da natureza.