A partir do diagnóstico, pesquisadores puderam compreender melhor a atual relação entre os mamíferos aquáticos e as comunidades que convivem e compartilham o mesmo habitat no Amazonas.
O livro é resultado de mais de duas décadas de atuação do ambientalista Luiz Villares na área socioambiental, reunindo experiências, dados e reflexões construídas ao longo de sua trajetória.
Foi apresentada uma análise preliminar de cientistas do IPAM sobre a riqueza de espécies migratórias e fatores de degradação em áreas selecionadas da Amazônia.
Estados com as maiores áreas desmatadas foram Pará, Amazonas e Acre. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do instituto de pesquisa Imazon.
Resultados iniciais de pesquisa intercultural sobre aves migratórias nos ciclos anuais foram apresentados em evento organizado pelo ISA no espaço Conexão sem Fronteiras, durante a COP15.
Cinquenta sítios arqueológicos foram identificados durante uma expedição científica no oeste do Amazonas, ao longo do Rio Japurá, próximo à fronteira com a Amazônia colombiana.