Galo-da-serra

O galo-da-serra, encontrado na Amazônia, é um dos pássaros mais espetaculares do mundo.

O galo-da-serra, encontrado na Amazônia, é um dos pássaros mais espetaculares do mundo.Sua linda plumagem colorida e o cortejo que faz as fêmeas é tão especial que atrai admiradores e observadores de pássaros de todo o mundo.

Apenas duas espécies de galo-da-serra são encontrados no norte da Amazônia. As duas espécies alimentam-se principalmente de frutas e constroem seus ninhos nas faces rochosas de penhascos, grandes rochas, grutas, ou em desfiladeiros. Nas grutas da cidade de Presidente Figueiredo, a 100 quilômetros de Manaus é possível ver ninhos de galos-da-serra, permanentemente vigiados pelos guardas locais para que os filhotes não sejam roubados.

A fêmea sempre bota dois ovos. Ela constrói o ninho e cuida dos filhotes sem nenhum apoio do macho. Os machos adultos despendem grandes parte de seu tempo em locais especiais onde tem lugar os cortejos, conhecidos como leks. Nestes locais eles fazem a defesa do território, alem de exibirem para as fêmeas que visitam o lek. Em seguida elas selecionam o macho que vão acasalar.

O galo-da-serra é uma ave passeriforme que pertence à família cotingideos, conhecida cientificamente como Rupicola rupicola. Também conhecidos como o nome de galo-da rocha e galo-do-para e chegam a medir ate 28 cm de comprimento.

Os predadores naturais do galo-da-serra incluem as seguintes espécies: gavião-de-penacho, uiraçu-falso,gavião-preto, gavião-bambachinha-preto,onça pintada, jaguatirica,puma, gavião-relogio. Os predadores são atraídos pelo silvo emitido pelo macho na dança pré-nupcial.

Apesar de ser comum encontrá-lo na região em que habita e ser apreciado por colecionadores de pássaros de gaiolas, o galo-da-serra é avaliado como pouco preocupante na lista vermelha de espécies ameaçadas de extinção.

Publicidade
Publicidade

Relacionadas:

Publicidade

Mais acessadas:

Seis novas espécies de moscas são descritas na Amazônia brasileira

As novas espécies de moscas são do gênero Dexosarcophaga. Duas foram nomeadas em homenagem a pesquisadores do Museu Goeldi e todas já estavam em coleções científicas há pelo menos dez anos.
Publicidade

Leia também

Publicidade