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Ciência e Tecnologia

Pará recebe atividades de evento mundial de divulgação científica; programação é gratuita

O Pint of Science leva a proposta de conversar com a sociedade sobre ciência de forma descontraída, sem jargões e com credibilidade

Portal Amazônia, com informações da UFPA

jornalismo@portalamazonia.com


Neste mês de maio, três cidades do Pará recebem atividades do Pint of Science, festival mundial da divulgação científica, entre os dias 20, 21 e 22. Com uma fórmula do sucesso que mistura três elementos - bons cientistas, excelente organização e um bar -, o Pint of Science é um sucesso de escala mundial com a proposta de conversar com a sociedade sobre ciência de forma descontraída, sem jargões e com credibilidade. A programação é gratuita.

 

Em Belém, o cardápio de assuntos envolverá temas como biodiversidade, saúde, funcionamento do corpo e do cérebro, design, física, tecnologia, origem das línguas e de alimentos preciosos do cardápio regional, a pré-história da Amazônia, Belo Monte, entre outros.

 

Também haverá atividades do Pint em Belém, Bragança e Marabá. Na capital paraense, o evento contará com a presença de pesquisadores da UFPA, da UFRA, da UEPA, da Unama, do Cesupa e do Museu Goeldi.

 

Foto: Reprodução/Facebook/Pint Of Science

"É importante levar o que está sendo produzido pelos cientistas nas universidades e institutos, como o Museu Goeldi, para a população. É para ela que produzimos ciência e também é nosso dever como educadores instruir a sociedade, levar os resultados e assegurar que a ciência seja valorizada no Brasil", ressalta a professora do Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento da UFPA, Rachel Ripardo.

 

Os locais de encontros para os três dias de papo, sempre das 19h30 às 21h30, serão os estabelecimentos Elephant Coworking, Hoppy Pig, Ná Figueredo e Iron Pub. O evento não tem restrição de credo, cor, idade, gênero e classe social.

 

Confira a programação completa aqui.

 

Pint of Science

 

Nascido em 2012, da iniciativa de dois pesquisadores do Imperial College que realizavam encontros em seus laboratórios sobre doenças neurodegenerativas, o festival logo conquistou os cinco continentes. Os pesquisadores Michael Motskin e Pavreen Paul recebiam pacientes e pessoas interessadas em suas pesquisas, e, com o sucesso do encontro, perguntaram-se como seria possível levar o cientista até as pessoas. Assim começava o Pint of Science: o maior festival de divulgação científica do mundo.

 

O festival ocorre ao longo de três dias consecutivos, todo mês de maio, e chegou ao Brasil como um projeto piloto na cidade de São Carlos, em 2015. Logo o evento conquistou as pessoas pela forma descontraída com a qual explica a dinâmica das pesquisas.

 

Em 2016, foram sete municípios; em 2017, o festival esteve em 22 cidades, e em 2018, foram 56 participantes. Este ano, 2019, estamos em primeiro lugar, com 85 cidades recebendo o festival. Em segundo, está a Espanha, com 72.

 

No Brasil, o festival conta com uma equipe nacional de 10 pessoas, sete coordenadores regionais, os coordenadores dos municípios participantes e ainda os coordenadores de cada estabelecimento que recebe o festival. Todos são voluntários, com o objetivo de explicar para a população como a ciência funciona e suas novas descobertas.

 

     

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Pará recebe atividades de evento mundial de divulgação científica; programação é gratuita

O Pint of Science leva a proposta de conversar com a sociedade sobre ciência de forma descontraída, sem jargões e com credibilidade

Portal Amazônia, com informações da UFPA

jornalismo@portalamazonia.com


Neste mês de maio, três cidades do Pará recebem atividades do Pint of Science, festival mundial da divulgação científica, entre os dias 20, 21 e 22. Com uma fórmula do sucesso que mistura três elementos - bons cientistas, excelente organização e um bar -, o Pint of Science é um sucesso de escala mundial com a proposta de conversar com a sociedade sobre ciência de forma descontraída, sem jargões e com credibilidade. A programação é gratuita.

 

Em Belém, o cardápio de assuntos envolverá temas como biodiversidade, saúde, funcionamento do corpo e do cérebro, design, física, tecnologia, origem das línguas e de alimentos preciosos do cardápio regional, a pré-história da Amazônia, Belo Monte, entre outros.

 

Também haverá atividades do Pint em Belém, Bragança e Marabá. Na capital paraense, o evento contará com a presença de pesquisadores da UFPA, da UFRA, da UEPA, da Unama, do Cesupa e do Museu Goeldi.

 

Foto: Reprodução/Facebook/Pint Of Science

"É importante levar o que está sendo produzido pelos cientistas nas universidades e institutos, como o Museu Goeldi, para a população. É para ela que produzimos ciência e também é nosso dever como educadores instruir a sociedade, levar os resultados e assegurar que a ciência seja valorizada no Brasil", ressalta a professora do Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento da UFPA, Rachel Ripardo.

 

Os locais de encontros para os três dias de papo, sempre das 19h30 às 21h30, serão os estabelecimentos Elephant Coworking, Hoppy Pig, Ná Figueredo e Iron Pub. O evento não tem restrição de credo, cor, idade, gênero e classe social.

 

Confira a programação completa aqui.

 

Pint of Science

 

Nascido em 2012, da iniciativa de dois pesquisadores do Imperial College que realizavam encontros em seus laboratórios sobre doenças neurodegenerativas, o festival logo conquistou os cinco continentes. Os pesquisadores Michael Motskin e Pavreen Paul recebiam pacientes e pessoas interessadas em suas pesquisas, e, com o sucesso do encontro, perguntaram-se como seria possível levar o cientista até as pessoas. Assim começava o Pint of Science: o maior festival de divulgação científica do mundo.

 

O festival ocorre ao longo de três dias consecutivos, todo mês de maio, e chegou ao Brasil como um projeto piloto na cidade de São Carlos, em 2015. Logo o evento conquistou as pessoas pela forma descontraída com a qual explica a dinâmica das pesquisas.

 

Em 2016, foram sete municípios; em 2017, o festival esteve em 22 cidades, e em 2018, foram 56 participantes. Este ano, 2019, estamos em primeiro lugar, com 85 cidades recebendo o festival. Em segundo, está a Espanha, com 72.

 

No Brasil, o festival conta com uma equipe nacional de 10 pessoas, sete coordenadores regionais, os coordenadores dos municípios participantes e ainda os coordenadores de cada estabelecimento que recebe o festival. Todos são voluntários, com o objetivo de explicar para a população como a ciência funciona e suas novas descobertas.

 

     

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