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Cidades

Indígenas e quilombolas fornecerão insumos para produção de merenda escolar, no Pará

A produção é considerada “agroecológica”, pela não-utilização ou redução considerável de agrotóxicos nas plantações

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

jornalismo@portalamazonia.com


Quilombolas e indígenas da etnia wai-wai, que trabalham com agricultura, começaram a fornecer alimentos para a merenda escolar de escolas públicas localizadas próximas a aldeia e as comunidades quilombolas de Oriximiná (PA), no Baixo Amazonas. Eles participarão do mesmo edital que outros 33 ribeirinhos, que vem às margens do Rio Cachoeri, foram contemplados.

 

Os contratos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) com a Prefeitura de Oriximiná somam quase R$ 500 mil e têm o apoio do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), que atende regularmente às populações, algumas moradoras distantes a 20 horas de viagem de barco da sede do município.  O acesso da Emater a essas regiões mais longínquas se faz com a parceria da ong Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

 

Os agricultores fornecerão hortaliças, banana e farinha d’água, castanha e pão caseiro. A produção, toda orientada e acompanhada técnica e socialmente pela Emater, é considerada “agroecológica”, pela não-utilização ou redução considerável de agrotóxicos nas plantações.

 

De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater, Marcos Leite, “a merenda escolar é um canal de comercialização diferenciado e essencial para que a diversidade da agricultura familiar de Oriximiná, pois integra a alimentação dos alunos, com valorização das culturas e consideração da sazonalidade das colheitas”, explica.

 

     

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Indígenas e quilombolas fornecerão insumos para produção de merenda escolar, no Pará

A produção é considerada “agroecológica”, pela não-utilização ou redução considerável de agrotóxicos nas plantações

Portal Amazônia, com informações da Agência Pará

jornalismo@portalamazonia.com


Quilombolas e indígenas da etnia wai-wai, que trabalham com agricultura, começaram a fornecer alimentos para a merenda escolar de escolas públicas localizadas próximas a aldeia e as comunidades quilombolas de Oriximiná (PA), no Baixo Amazonas. Eles participarão do mesmo edital que outros 33 ribeirinhos, que vem às margens do Rio Cachoeri, foram contemplados.

 

Os contratos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) com a Prefeitura de Oriximiná somam quase R$ 500 mil e têm o apoio do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), que atende regularmente às populações, algumas moradoras distantes a 20 horas de viagem de barco da sede do município.  O acesso da Emater a essas regiões mais longínquas se faz com a parceria da ong Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

 

Os agricultores fornecerão hortaliças, banana e farinha d’água, castanha e pão caseiro. A produção, toda orientada e acompanhada técnica e socialmente pela Emater, é considerada “agroecológica”, pela não-utilização ou redução considerável de agrotóxicos nas plantações.

 

De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater, Marcos Leite, “a merenda escolar é um canal de comercialização diferenciado e essencial para que a diversidade da agricultura familiar de Oriximiná, pois integra a alimentação dos alunos, com valorização das culturas e consideração da sazonalidade das colheitas”, explica.

 

     

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