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Cidades

Governo de Roraima pede ajuda para concluir Linhão de Tucuruí

Governadora Suely Campos apelou ao presidente Michel Temer para minimizar os riscos de apagões no estado

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

jornalismo@portalamazonia.com


A governadora de Roraima, Suely Campos (PP), pediu ajuda ao presidente Michel Temer para avançar com a construção do Linhão de Tucuruí, de forma a amenizar os riscos de apagão no estado. A maior parte da energia elétrica consumida em Roraima (72,2%) tem como origem a Venezuela. O restante (27,8%) é gerado a partir de quatro usinas termelétricas.

O Linhão de Tucuruí se  estenderá da capital do estado, Boa Vista, até Manaus (AM), e de lá ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O leilão desse trecho foi feito em 2011, sendo vencido pelo consórcio TransNorte, ao custo de R$ 1,5 bilhão.
   
Linhão de Tucuruí vai incluir Roraima ao Sistema Interligado Nacional (Foto:Reprodução/Agência Brasil)
 
    Segundo a governadora, a obra não avança porque depende de uma autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai). “Ela sequer saiu do papel, uma vez que não obtivemos autorização para a passagem do Linhão pelos 125 quilômetros da Terra Indígena Waimiri-Atroari”, disse ela ao reafirmar que a instalação de 250 torres de transmissão nessa área “não causará nenhum impacto”.

"Somos o único estado que não está interligado ao SIN e isso está atrapalhando o nosso desenvolvimento. Não é possível que 1,6 mil indígenas possam impedir o crescimento [econômico] de um estado com 600 mil habitantes”, argumentou Suely Campos.

A reunião contou com a participação de parlamentares do estado e do presidente da Funai, Antônio Costa. Segundo a governadora, Costa recebeu de forma muito positiva a demanda apresentada e se comprometeu a abordar o assunto com os indígenas.“O presidente da Funai tem força de vontade para tratar [do assunto] com os índios. Ele tem conhecimento e tem abertura com eles”, disse a governadora.

Segundo ela, a obra já recebeu a licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), mas falta ainda a licença de instalação.     

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Governo de Roraima pede ajuda para concluir Linhão de Tucuruí

Governadora Suely Campos apelou ao presidente Michel Temer para minimizar os riscos de apagões no estado

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

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A governadora de Roraima, Suely Campos (PP), pediu ajuda ao presidente Michel Temer para avançar com a construção do Linhão de Tucuruí, de forma a amenizar os riscos de apagão no estado. A maior parte da energia elétrica consumida em Roraima (72,2%) tem como origem a Venezuela. O restante (27,8%) é gerado a partir de quatro usinas termelétricas.

O Linhão de Tucuruí se  estenderá da capital do estado, Boa Vista, até Manaus (AM), e de lá ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O leilão desse trecho foi feito em 2011, sendo vencido pelo consórcio TransNorte, ao custo de R$ 1,5 bilhão.
   
Linhão de Tucuruí vai incluir Roraima ao Sistema Interligado Nacional (Foto:Reprodução/Agência Brasil)
 
    Segundo a governadora, a obra não avança porque depende de uma autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai). “Ela sequer saiu do papel, uma vez que não obtivemos autorização para a passagem do Linhão pelos 125 quilômetros da Terra Indígena Waimiri-Atroari”, disse ela ao reafirmar que a instalação de 250 torres de transmissão nessa área “não causará nenhum impacto”.

"Somos o único estado que não está interligado ao SIN e isso está atrapalhando o nosso desenvolvimento. Não é possível que 1,6 mil indígenas possam impedir o crescimento [econômico] de um estado com 600 mil habitantes”, argumentou Suely Campos.

A reunião contou com a participação de parlamentares do estado e do presidente da Funai, Antônio Costa. Segundo a governadora, Costa recebeu de forma muito positiva a demanda apresentada e se comprometeu a abordar o assunto com os indígenas.“O presidente da Funai tem força de vontade para tratar [do assunto] com os índios. Ele tem conhecimento e tem abertura com eles”, disse a governadora.

Segundo ela, a obra já recebeu a licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), mas falta ainda a licença de instalação.     

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