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Em Dia da Independência da Venezuela, Nicolás Maduro pede diálogo

A Venezuela entrou em profunda crise política em janeiro, quando Guaidó invocou a Constituição para se autodeclarar presidente interino

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

jornalismo@portalamazonia.com


Os grupos políticos profundamente divididos da Venezuela fizeram comemorações paralelas no Dia da Independência do país, nessa sexta-feira (5). O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu diálogo e o líder da oposição, Juan Guaidó, denunciou supostas violações de direitos humanos durante o que chama de "ditadura" de Maduro.



Em pronunciamento a várias das principais autoridades militares do país, Maduro reiterou apoio a um processo de negociação mediado pela Noruega entre o seu governo socialista e Guaidó, líder da Assembléia Nacional, controlada pela oposição, que alega que a reeleição de Maduro em 2018 foi uma fraude.

 

 

 

     
Foto: Agência Brasil/Reprodução
 

 


"Há espaço para todos nós dentro da Venezuela", disse Maduro em discurso em Caracas, antes de convocar exercícios militares em 24 de julho para defender os "mares, rios e fronteiras" do país sul-americano.



"Devemos todos abrir mão de algo a fim de alcançar um acordo", acrescentou.


A Venezuela entrou em profunda crise política em janeiro, quando Guaidó invocou a Constituição para se autodeclarar presidente interino, chamando Maduro de usurpador. Ele foi reconhecido como chefe de Estado legítimo por dezenas de países, incluindo os Estados Unidos (EUA), o Brasil e a maioria dos vizinhos sul-americanos.


Mas Maduro ainda detém o reconhecimento de Cuba, da Rússia e China, e mantém o controle de funções estatais e das Forças Armadas. Ele chama Guaidó de uma marionete apoiada pelos EUA que visa a tirá-lo do cargo em um golpe.


Guaidó promoveu um evento separado, convocando apoiadores para marchar em direção à sede do Diretório Militar de Contrainteligência, onde o capitão da Marinha Rafael Acosta morreu no mês passado, após líderes da oposição e familiares dizerem que ele foi torturado enquanto estava sob custódia.


A marcha é a primeira grande reunião da oposição, desde um levante fracassado liderado por Guaidó em 30 de abril e protestos subsequentes em 1º de maio. O governo respondeu à tentativa fracassada de tirar Maduro com repressão a parlamentares alinhados a Guaidó e militares suspeitos de envolvimento.

 

 

     
Internacional

Em Dia da Independência da Venezuela, Nicolás Maduro pede diálogo

A Venezuela entrou em profunda crise política em janeiro, quando Guaidó invocou a Constituição para se autodeclarar presidente interino

Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

jornalismo@portalamazonia.com


Os grupos políticos profundamente divididos da Venezuela fizeram comemorações paralelas no Dia da Independência do país, nessa sexta-feira (5). O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu diálogo e o líder da oposição, Juan Guaidó, denunciou supostas violações de direitos humanos durante o que chama de "ditadura" de Maduro.



Em pronunciamento a várias das principais autoridades militares do país, Maduro reiterou apoio a um processo de negociação mediado pela Noruega entre o seu governo socialista e Guaidó, líder da Assembléia Nacional, controlada pela oposição, que alega que a reeleição de Maduro em 2018 foi uma fraude.

 

 

 

     
Foto: Agência Brasil/Reprodução
 

 


"Há espaço para todos nós dentro da Venezuela", disse Maduro em discurso em Caracas, antes de convocar exercícios militares em 24 de julho para defender os "mares, rios e fronteiras" do país sul-americano.



"Devemos todos abrir mão de algo a fim de alcançar um acordo", acrescentou.


A Venezuela entrou em profunda crise política em janeiro, quando Guaidó invocou a Constituição para se autodeclarar presidente interino, chamando Maduro de usurpador. Ele foi reconhecido como chefe de Estado legítimo por dezenas de países, incluindo os Estados Unidos (EUA), o Brasil e a maioria dos vizinhos sul-americanos.


Mas Maduro ainda detém o reconhecimento de Cuba, da Rússia e China, e mantém o controle de funções estatais e das Forças Armadas. Ele chama Guaidó de uma marionete apoiada pelos EUA que visa a tirá-lo do cargo em um golpe.


Guaidó promoveu um evento separado, convocando apoiadores para marchar em direção à sede do Diretório Militar de Contrainteligência, onde o capitão da Marinha Rafael Acosta morreu no mês passado, após líderes da oposição e familiares dizerem que ele foi torturado enquanto estava sob custódia.


A marcha é a primeira grande reunião da oposição, desde um levante fracassado liderado por Guaidó em 30 de abril e protestos subsequentes em 1º de maio. O governo respondeu à tentativa fracassada de tirar Maduro com repressão a parlamentares alinhados a Guaidó e militares suspeitos de envolvimento.

 

 

     

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