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Arte

Severiano Mário Porto ganha exposição comemorativa aos 87 anos em Manaus

Dezesseis fotografias inéditas compõem a exposição que retrata obras do 'arquiteto da Amazônia'


 
Centro de Proteção Ambiental de Balbina. Foto: Divulgação/CAU-AM
 
Com 87 anos recém completados, Severiano Mário Porto, conhecido como o ‘arquiteto da Amazônia’, ganha uma exposição fotográfica inédita com 16 quadros que retratam suas principais obras. A mostra, gratuita, é promovida pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU/AM) e estará em exibição de 24 de fevereiro a 12 de março, no corredor da nova expansão do Amazonas Shopping, em frente à livraria Leitura.

O projeto é assinado pelos arquitetos e urbanistas Gonzalo Renato Nunez Melgar e Heraldo Costa dos Reis, em conjunto com a fotógrafa Iuçana Mouco. A atração é uma homenagem a Porto, que residiu no Amazonas por mais de três décadas e deixou um legado de obras arquitetônicas contextualizadas com a região, sempre respeitando o meio ambiente.

Para Reis, além do aniversário de Severiano, ocorrido dia 19 de fevereiro, a 1ª edição da Exposição Itinerante ‘Severiano Mario Porto’ também é comemorativa ao primeiro ano do tombamento de mais de 20 edificações projetadas pelo arquiteto em Manaus e municípios vizinhos. “Ano passado, o CAU conseguiu essa vitória e agora precisamos chamar atenção para isso. O objetivo é reviver e redescobrir os projetos de Severiano, pois muitos já foram destruídos. Um exemplo é o Projeto de Proteção Ambiental de Balbina, que está se perdendo e precisa ser valorizado”, destaca Heraldo.

A composição dos quadros que serão expostos durou aproximadamente um ano e, segundo o arquiteto, a concepção da mostra surgiu após ele e Iuçana Mouco se juntarem para fotografar com objetivos diferentes. “Começamos a fazer as fotos há mais de um ano, pois a Iuçana está com um projeto de produzir uma linha de joias com as formas e traços das obras de Severiano. E eu, como arquiteto, estava criando um acervo, assim como o Gonzalo. Por isso resolvemos juntar os interesses e prestar esse reconhecimento pelo trabalho dele”, explica.

Entre as principais edificações de Severiano Mario Porto, retratadas na exposição, estão o antigo Estádio Vivaldo Lima, que foi demolido; a Sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa); o campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam); assim como o Fórum Henoch Reis; o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM); e Centro de Proteção Ambiental de Balbina.

O arquiteto e urbanista Severiano Mário Vieira de Magalhães Porto, vive atualmente no Rio de Janeiro (RJ), com a família, mas nasceu em Uberlândia (MG). Formado em arquitetura pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, atual UFRJ, mudou-se para a capital amazonense em 1965, onde desenvolveu obras e projetos por mais de 30 anos.

Mesmo com a modernidade com o uso do concreto, os planejamentos do arquiteto também procuravam destacar a natureza, utilizando-se de materiais abundantes na região Norte, como palha e madeira. Severiano foi premiado diversas vezes, inclusive o Estádio Vivaldo Lima, substituído pela Arena da Amazônia, recebeu menção honrosa pelo Instituto Arquiteto do Brasil (IAB).  

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Severiano Mário Porto ganha exposição comemorativa aos 87 anos em Manaus

Dezesseis fotografias inéditas compõem a exposição que retrata obras do 'arquiteto da Amazônia'

Redação

jornalismo@portalamazonia.com


 
Centro de Proteção Ambiental de Balbina. Foto: Divulgação/CAU-AM
 
Com 87 anos recém completados, Severiano Mário Porto, conhecido como o ‘arquiteto da Amazônia’, ganha uma exposição fotográfica inédita com 16 quadros que retratam suas principais obras. A mostra, gratuita, é promovida pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU/AM) e estará em exibição de 24 de fevereiro a 12 de março, no corredor da nova expansão do Amazonas Shopping, em frente à livraria Leitura.

O projeto é assinado pelos arquitetos e urbanistas Gonzalo Renato Nunez Melgar e Heraldo Costa dos Reis, em conjunto com a fotógrafa Iuçana Mouco. A atração é uma homenagem a Porto, que residiu no Amazonas por mais de três décadas e deixou um legado de obras arquitetônicas contextualizadas com a região, sempre respeitando o meio ambiente.

Para Reis, além do aniversário de Severiano, ocorrido dia 19 de fevereiro, a 1ª edição da Exposição Itinerante ‘Severiano Mario Porto’ também é comemorativa ao primeiro ano do tombamento de mais de 20 edificações projetadas pelo arquiteto em Manaus e municípios vizinhos. “Ano passado, o CAU conseguiu essa vitória e agora precisamos chamar atenção para isso. O objetivo é reviver e redescobrir os projetos de Severiano, pois muitos já foram destruídos. Um exemplo é o Projeto de Proteção Ambiental de Balbina, que está se perdendo e precisa ser valorizado”, destaca Heraldo.

A composição dos quadros que serão expostos durou aproximadamente um ano e, segundo o arquiteto, a concepção da mostra surgiu após ele e Iuçana Mouco se juntarem para fotografar com objetivos diferentes. “Começamos a fazer as fotos há mais de um ano, pois a Iuçana está com um projeto de produzir uma linha de joias com as formas e traços das obras de Severiano. E eu, como arquiteto, estava criando um acervo, assim como o Gonzalo. Por isso resolvemos juntar os interesses e prestar esse reconhecimento pelo trabalho dele”, explica.

Entre as principais edificações de Severiano Mario Porto, retratadas na exposição, estão o antigo Estádio Vivaldo Lima, que foi demolido; a Sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa); o campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam); assim como o Fórum Henoch Reis; o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM); e Centro de Proteção Ambiental de Balbina.

O arquiteto e urbanista Severiano Mário Vieira de Magalhães Porto, vive atualmente no Rio de Janeiro (RJ), com a família, mas nasceu em Uberlândia (MG). Formado em arquitetura pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, atual UFRJ, mudou-se para a capital amazonense em 1965, onde desenvolveu obras e projetos por mais de 30 anos.

Mesmo com a modernidade com o uso do concreto, os planejamentos do arquiteto também procuravam destacar a natureza, utilizando-se de materiais abundantes na região Norte, como palha e madeira. Severiano foi premiado diversas vezes, inclusive o Estádio Vivaldo Lima, substituído pela Arena da Amazônia, recebeu menção honrosa pelo Instituto Arquiteto do Brasil (IAB).  

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