Diretora-presidente do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Sabrina Góis, lançou a publicação durante com os dados da Amazônia Legal painel no Pavilhão Pará, na Zona Verde, da COP30, no dia 11.
Projeto realizado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) e Ministério da Saúde prevê levantamentos hidrogeológicos e geofísicos em comunidades do Amazonas, Rondônia e Mato Grosso até 2027.
O SGB recomenda aos órgãos gestores, autoridades locais e usuários do rio Tapajós que considerem o cenário projetado de seca moderada para o planejamento de operações logísticas, navegação e abastecimento.
Segundo o SGB, apesar dos níveis do Rio Madeira estarem baixos, eles permanecem dentro da normalidade para esta época do ano. Uma seca como a 2024 é improvável, segundo pesquisadores.
Boletim extraordinário de monitoramento do Serviço Geológico do Brasil (SGB) mostra que o cenário hidrológico é mais favorável em relação à 2024 e não há previsão de seca severa.
Com a titularidade, o Serviço Geológico do Brasil (SGB) contribui para conservação da Amazônia e preserva para a União o conhecimento técnico do patrimônio amazonense.