Pesquisa publicada em periódico internacional destaca a influência das condições socioeconômicas e ambientais na ocorrência de acidentes com serpentes na Amazônia.
Entre os locais criados para aproximar o público dessa biodiversidade única, os serpentários têm se destacado como centros de pesquisa, educação ambiental e turismo ecológico.
Segundo a professora Annelise D’Angiolella, atualmente são conhecidas 435 espécies de serpentes no Brasil e a região Norte está entre as mais ricas, com 247 espécies catalogadas.
Quinto exemplar da série com serpentes dos biomas brasileiros, guia descreve informações sobre habitat, alimentação, além de mapas de distribuição geográfica por meio de...
De acordo com o coordenador do projeto, os jogos foram produzidos a partir dos resultados obtidos por pesquisadores com pesquisas ecológicas realizadas nos últimos anos ao...