Para os especialistas, a magnitude e extensão do impacto climático sobre a população da região nos dois últimos anos requer um programa governamental abrangente, a exemplo do “1 milhão de cisternas” realizado no semiárido nordestino.
Agravada pelas mudanças climáticas, a seca extrema na Região Norte do Brasil impacta populações vulnerabilizadas e expõe a falta de ações de adaptação climática nas cidades.
Às margens do rio Negro, manauaras aproveitam a grama que surgiu durante a estação seca. No entanto, com a retomada do nível normal do rio, a vegetação pode causar desequilíbrio ambiental e até propagar doenças.
Análise mostra que rios Amazonas, Madeira, Solimões, Negro, Purus, além do afluente Paraná do Careiro, registraram a pior seca em 122 anos, desde o início do monitoramento do SGB.