Com a falta de chuvas significativas, preocupação das autoridades é que o principal manancial do estado alcance ou supere o menor nível da história, de 1,23 metro, registrado em setembro do ano passado.
Diminuição das chuvas, elevação da temperatura e o prolongamento da estação seca na Amazônia têm causado aumento na mortalidade de árvores mais antigas, apontam estudos.
A seca mais severa registrada na Amazônia, em 2023, seguida por um novo recorde em 2024, desencadeou múltiplos riscos para a biodiversidade de peixes amazônicos, como aquecimento das águas, perda de habitats, reprodução limitada e crescimento comprometido.