Segundo a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), estudo analisou água, peixes e sedimentos em 54 pontos ao longo de mais de 1.700 km do rio Madeira, avaliando 164 parâmetros do Conselho Nacional do Meio Ambiente.
A dourada é conhecida por realizar migrações de longa distância, percorrendo até 12 mil quilômetros entre as áreas de desova, na parte alta do rio Madeira, e os berçários no estuário do rio Amazonas.
Nível do rio se aproxima da cota de inundação. Além das comunidades diretamente afetadas, outras 36 comunidades com cerca de 32 mil pessoas estão em sinal de alerta.
A pesquisa compreende que a domesticação de plantas começou na paisagem florestal, como um pequeno conjunto de práticas simples: proteção, cuidado, liberação de concorrência, dispersão de propágulos e seleção humana.