Incêndios florestais deixam espécies vulneráveis e equipes auxiliam na recuperação e retorno ao habitat natural, em processo que pode levar até mais de um ano.
Em duas pesquisas apresentadas durante o X Congresso Internacional de Agroecologia, em Portugal, pesquisadores apontaram possíveis formas de diminuir os impactos da produção.
O agravamento das queimadas e da seca severa ocorre em todo o território paraense, sendo as regiões mais afetadas o Araguaia, Baixo Amazonas, Carajás e Guajará.