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Sábado, 08 Mai 2021

Pesquisa da ANP aponta Manaus como a capital com menor preço médio de gasolina

Manaus desponta como a capital que pratica o menor preço do combustível ao consumidor, mais uma vez, de acordo com a pesquisa semanal da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgada nesta quarta-feira (22). O levantamento é referente ao período de 12 a 18 de maio e aponta o preço médio comercializado na capital amazonense de R$ 4,141.

Motoristas de app voltam a protestar contra preço do combustível, em Manaus

Os manauaras que passaram na Avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul de Manaus, tiveram uma surpresa na tarde desta segunda-feira (21). Um grupo de motoristas de transporte por aplicativo  paralisou novamente o tráfego para manifestar contra o preço do combustível. A última manifestação aconteceu na sexta-feira (18), também na Djalma Batista.

Os motoristas bloquearam as duas faixas da Avenida, no sentido Centro/Bairro. De acordo com Alexandre Matias, um dos representantes do grupo, a categoria está revoltada com as incoerências da situação. “O Procon fiscalizou, autuou e os postos continuam vendendo gasolina no mesmo preço, e nós queremos saber que multa é essa que eles aplicam e não faz diferença nos postos autuados”, disse.


Foto: Reprodução/Rede Amazônica

Além disso, Matias, afirmou que o grupo já tinha ideia de realizar uma nova manifestação caso o preço não baixasse durante o fim de semana. “Foi a nossa pauta da sexta-feira. Já tínhamos pensado e sinalizado nas redes sociais que voltaríamos a paralisar a Avenida Djalma Batista. Só queremos preços justos”, explicou.

Pacifico


Os manifestantes se mantiveram no local até cerca de 18h. O ato foi acompanhado pela Polícia Militar e o trânsito controlado por uma equipe do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans).


À Rede Amazônica, o Sindicato dos Postos de Combustíveis afirmou que é normal a variação de preços ser parecida, pois as distribuidoras vendem os combustíveis aos postos por preços semelhantes.

Entenda como é formado o preço dos combustíveis no Brasil

A variação do preço dos combustíveis no Brasil, acompanhando a valorização do dólar e o encarecimento do petróleo no mercado internacional, tem causado protestos de caminhoneiros em diversos estados e incentivado debate no governo federal e no Congresso sobre como reduzir o custo da gasolina e do diesel no país.
Foto:Reprodução/Rede Amazônica
Segundo a Petrobras, esse preço é composto de três variáveis principais: o preço cobrado nas refinarias ou na importação, os impostos estaduais e federais e a margem de comercialização dos distribuidores e postos revendedores.

Na semana de 6 a 12 de maio, o preço cobrado nas refinarias da Petrobras correspondia a 32% do preço da gasolina e 55% do preço do diesel que o consumidor encontrava na bomba dos postos de combustível, segundo a própria estatal.

Para definir quanto custa essa parcela, a Petrobras segue uma política de preços independente do governo e vinculada ao preço do dólar e ao custo do barril de petróleo no mercado internacional, pois uma parcela do óleo comercializado no país é importada.

Como tanto o dólar (R$ 3,64) quanto o preço do barril de petróleo (US$ 79) vêm aumentando, a Petrobras reajustou o preço da gasolina nas refinarias 11 vezes em 17 dias, e elevou o do diesel sete vezes consecutivas. Nos últimos dois dias, no entanto, foram anunciadas reduções no preço cobrado pela Petrobras, e as quedas acumuladas chegam a 2,69% para a gasolina e a 2,67% para o diesel. Apesar disso, a gasolina acumula alta de 12,95%, em maio, e de 16,76% em um mês. Já o diesel acumula aumento de 9,34%, em maio, e de 15,16% em um mês.

Segundo o presidente da Petrobras, Pedro Parente, a queda de ontem foi possível devido à desvalorização do dólar registrada no início desta semana. Parente chegou a se reunir ontem com o governo para discutir o preço dos combustíveis do país, mas deixou a reunião garantindo que o governo não pretende intervir na política de preços da Petrobras.

Impostos federais

Os impostos federais que incidem na gasolina e no diesel são a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e as contribuições para o PIS/PASEP e Cofins. No caso da gasolina, esses tributos somados correspondem a 16% do preço final da gasolina. Para o diesel, são 13%.

O ministro da fazenda, Eduardo Guardia, chegou a dizer ontem que o espaço fiscal para diminuir esses impostos "é muito reduzido". Apesar disso, o governo anunciou uma proposta de acordo com o Congresso, em que se compromete a eliminar a Cide sobre o diesel, que arrecada R$ 2,5 bilhões por ano. Em contrapartida, os parlamentares devem aprovar o projeto de reoneração da folha de pagamento das empresas.

Nos preços em vigor na segunda quinzena de maio, os tributos federais somados custavam R$ 0,652 por litro de gasolina e R$ 0,460 por litro de diesel, segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

ICMS

Na semana de 6 a 12 de maio, o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, que é estadual, tinha peso médio de 29% no preço final da gasolina e de 16% para o diesel, segundo a Petrobras. Essa variação é um dos motivos para as diferenças entre os preços de cada estado. Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), na semana encerrada em 19 de maio, o litro da gasolina custava, por exemplo, R$ 3,908 em Santa Catarina, R$ 4,056 em São Paulo, R$ 4,765 no Rio de Janeiro e R$ 4,882 no Acre.

Santa Catarina tem a gasolina mais barata do Brasil porque é o único estado em que o ICMS custa, em média, menos de R$ 1 por litro. Segundo dados da Fecombustíveis, referentes à segunda quinzena de maio, os catarinenses pagam R$ 0,980 de ICMS por litro de gasolina. O Rio de Janeiro paga o tributo mais elevado – R$ 1,607 por litro da gasolina.

Para o diesel, o ICMS catarinense adiciona R$ 0,374 a cada litro de combustível, enquanto no Amapá, os consumidores pagam R$ 0,999 (por litro) a mais com o tributo.

Etanol

O custo da gasolina consumida no Brasil também leva em conta o preço do etanol anidro, que é adicionado à gasolina A para formar o combustível que pode ser encontrado nos postos do país, chamado gasolina C. Em cada litro do combustível há 73% de gasolina A e 27% de etanol, que custa 11% do preço total da gasolina revendida aos motoristas.

No caso do diesel, há um teor de 10% de biodiesel na mistura vendida aos consumidores. Esse percentual custava 7% do preço final na semana encerrada em 12 de maio, segundo a Petrobras.

Distribuição revenda

Os custos de distribuição e revenda e a margem de lucro das empresas responsáveis por essa parte da cadeia compõem a última parte do preço comercializado nas bombas.

Para a gasolina, a distribuição e a revenda custam cerca de 12%, segundo a Petrobras. Já o preço do diesel inclui 9% de distribuição e revenda.

Preço abusivo de combustíveis? Procon Amazonas orienta como denunciar

O Procon Amazonas divulgou nota nesta sexta-feira (25) orientando os consumidores sobre como podem verificar se os postos estão praticando corretamente o preço dos combustíveis. De acordo com o órgão as informações estão disponíveis no aplicativo Procon Amazonas, que pode ser baixado gratuitamente pelos sistema Android e IOS.

Com base na ultima pesquisa de preços de combustível e que está no aplicativo realizada na última sexta-feira (18).

Por exemplo: se o litro gasolina custava na sexta-feira passada (18) 4,29 reais em determinado posto, não tem como está sendo vendido hoje, ao preço de 4,99.

Para efetuar denúncias sobre preços abusivos de combustíveis, o consumidor pode ligar diretamente para o Disque Denúncia do Procon-AM no número 0800  092  1512.

Protestos de caminhoneiros registra interdições em seis estados da Amazônia

Os caminhoneiros bloqueiam rodovias federais de seis estados da Amazônia Legal. Eles participam da greve nacional que reivindica, entre outras pautas, a redução no preço dos combustíveis.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, no Mato Grosso, já são 16 pontos de interdição. Em Cuiabá, Sapezal e Sinop, o bloqueio começou há dois dias.

Em Paragominas, no Pará, as interdições também já duram há 48 horas. O estado tem ainda pontos de interdição em rodovias federais próximas a Eldorado dos Carajás, Marituba e Marabá.

O presidente do Sindicato dos Caminhoneiros do Pará, Eurico Tavares dos Santos, afirma que a pauta de reivindicações não se resume ao preço dos combustíveis e critica os governos estaduais pela falta de diálogo sobre segurança nas estradas.

Até às 17h desta quarta-feira (23), a Polícia Rodoviária Federal registrava ainda nove pontos de interdição em rodovias federais de Rondônia e Maranhão. Em Tocantins, oito rodovias estão bloqueadas pelos caminhoneiros. O Amazonas registra apenas uma interdição, enquanto Amapá, Roraima e Acre seguem sem registros de bloqueio nas rodovias federais.

Dia da Liberdade de Impostos; Confira lojistas participantes

Dia da Liberdade de Impostos é uma ação da Câmara de Dirigentes Logistas (CDL) e tem como objetivo, a conscientização da população sobre a alta carga tributária do país. E nesta quinta-feira (24), várias cidades da Amazônia aderem à ação e venderão vários produtos com descontos de impostos.

Em Manaus, os shoppings Amazonas e Manauara aderiram a ação, e entre os lojistas que estão oferecendo os descontos estão: Ajdi, Alemã, Amazon Print, Asya Fashion, Bobs, Calvin Klein, Bunny's, Camicado, Centauro, Colombo, Livraria Concorde, Di Santini, Havaianas, Hering, Levi's, O Boticário, Ótica A Especialista, Ramsons, Shop do Pé, Rommanel, e outras.

Confira lista completa de lojas participantes em Manaus

Em Macapá, quem abre as portas para a ação é o Shopping Macapá, mas também o Amapá Garden Shopping que fará o "Meu dia sem imposto" com a participação de 50 lojistas.

Em Boa Vista, a campanha será em cima do preço da gasolina, que atualmente é cobrado R$4,39 e passará para R$2,50 durante a ação, em dois postos, o Abel Galinha, no bairro Aparecida e o Atem, na avenida Mário Homem de Melo, no bairro Canindé.

Com relação à gasolina, só será permitido abastecimento de 20 litros por veículo e oito litros por moto, e não haverá a comercialização do combustível em galões.

Além dos postos, o Roraima Garden Shopping  e as lojas das avenidas São Sebastião e Jaime Brasil participam da ação sem impostos. Os lojistas, Neo Easytech, Design Celulares, Brasferro, Claro Jaime Brasil, Óculos e CIA, Brasmol, Big Center, Anguitur, Renner, Zinzane, Casos dos Colchões e outros, que terão os descontos.




Acre vende a gasolina mais cara do país, aponta ANP

O levantamento é da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e considerou os preços praticados entre os dias 28 de janeiro e 3 de fevereiro. A região norte registrou o maior preço médio da gasolina do país: R$ 4,30.

No Acre, o preço médio da gasolina pesquisado em 35 postos pesquisados pela ANP é de R$ 4,74. Em alguns postos o litro do combustível chega a ser comercializados por até R$ 5,15.
Foto: Aline Nascimento / Rede Amazônica
O sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificantes do Estado do Acre alega que a alta carga tributária influencia no preço ao consumidor. Outro problema é o custo para transportar o combustível para o estado, que sai de Manaus e chega por via fluvial.

Já a gasolina mais barata do país está em outro estado da Amazônia Legal. No Maranhão, a média de preço do combustível foi de R$3,86.

Preço do combustível preocupa setores de transportes no Amazonas


O novo reajuste nos preços do diesel e da gasolina anunciado pela Petrobras  preocupa os segmentos dos transportes de cargas rodoviário e fluvial do Estado. Conforme a Federação das Empresas de Logística, Transportes e Agenciamento de Cargas da Amazônia (Fetramaz), a cada aumento, o valor do diesel é repassado diretamente à empresa que contrata o serviço de deslocamento das cargas.

O acréscimo, que poderá chegar à 2,31% sobre o valor da tarifa, deverá atingir o bolso do consumidor. A elevação dos preços somados a outros fatores motivou o fechamento de pelo menos 20 empresas de transportes de cargas nos últimos dois anos.

Segundo o representante da Fetramaz e primeiro secretário do Sindicato das Empresas de Agenciamento, Logística e Transportes Aéreos e Rodoviários de Cargas do Amazonas (Setcam), Raimundo Augusto Araújo, o diesel é um dos componentes mais essenciais do transporte de cargas. O produto representa uma média de 33% dos custos operacionais do setor no Estado e esse percentual será somado ao novo reajuste, que no caso  do diesel será de +0,1% e +3,3% para a gasolina, com limite de variação de mais ou menos 7%.

Araújo comenta que a situação é preocupante porque o fator reajuste dos combustíveis somado a outras situações como o aumento no custo da mão de obra, complexidade nos processos da Justiça do Trabalho, os custos operacionais com equipamentos e peças e ainda a falta de segurança e de infraestrutura na preservação das estradas, fecham um pacote que resulta no fechamento de empresas de transportes de cargas. Somente nos últimos dois anos cerca de 20 empresas fecharam as portas.

“O diesel é o componente mais cruel em relação aos custos operacionais do transporte de cargas e representa uma média de 33% dos custos operacionais. A partir de hoje precisaremos conversar com os contratantes dos serviços de cargas para mostrar a necessidade do aumento no valor do frete. É feito um acordo comercial entre o tomador e o prestador de serviço. É necessário negociar, ter argumentação para que o contratante entenda”, explicou.
Foto: Walter Mendes/Jornal do Commercio

De acordo com o empresário, devido à crise econômica e mais os reajustes constantes nos valores do combustível, as empresas enfrentam dificuldades para manter a operação.Ele destaca que o aumento no preço do diesel atinge a toda a cadeia envolvida. “É um momento de dificuldades. As empresas estão tendo baixos lucros e estão trabalhando apenas para manter o funcionamento. O tomador de serviço rejeita qualquer tipo de aumento nos custos, mas estamos dentro de uma engrenagem que afeta a todos, inclusive ao consumidor final”, relatou.

Conforme o segundo vice-presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), Claudomiro Carvalho Filho, o reajuste definido pela Petrobras pode preocupar o setor caso perdure pelos próximos meses, mas caso seja estabelecido a curto prazo, ele afirma que o reajuste não deverá afetar o preço do frete.

“Vamos esperar para ver se o novo preço chegará até à bomba. Se for um reajuste temporário o preço não será alterado, mas se for algo consolidado e perdurar até ao final do ano poderá sim haver impacto na tarifa”, comentou o empresário. Filho disse que o diesel representa em torno de 40% a 45% e caso o reajuste do combustível que passou a vigorar hoje atinja o percentual de 5%, poderá haver maior impacto por parte das empresas e o     consequente repasse ao cliente.

“Se o aumento chegar a 5% é provável que as empresas sintam, mas vamos aguardar. Às vezes a refinaria faz o anúncio mas absorve os valores e não repassa às empresas”. 

Por meio de nota a Petrobras informou que o Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) decidiu autorizar reajustes de mais 0,1% no diesel e mais 3,3% na gasolina, uma vez que o limite de variação de mais ou menos 7% fixado pela política de preços da companhia para decisões da área técnica foi atingido.

A Petrobras também alegou que o furacão Harvey gerou impactos na operação das refinarias, oleodutos, e terminais de petróleo e derivados no Golfo do México, os mercados de derivados sofreram variações intensas de preços.

A avaliação dos representantes do GEMP é que a política de preços definida pela Petrobras tem sido capaz de garantir a aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio.

Com os ajustes definidos hoje, a área de marketing e comercialização da Petrobras volta a contar com uma faixa de menos 7% a mais 7% para operar os movimentos de preços necessários ao longo do mês. Caso este limite seja novamente ultrapassado, o GEMP realizará novas reuniões ao longo do período. As reuniões de avaliação do GEMP são realizadas, no mínimo, uma vez por mês. 

Preço médio dos combustíveis será realinhado

A partir deste sábado (1º) serão realinhados os valores do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que ajusta a base de cálculo para cobrança do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) sobre combustíveis. A alíquota não será alterada, informa a Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa).

O realinhamento do preço médio é um ato de rotina praticado pela Fazenda Estadual para acompanhar os valores praticados na venda ao consumidor. O PMPF ajusta a base de cálculo do ICMS, de acordo com as flutuações de preços praticados nos postos. "O preço médio ponderado final cresce quando o valor de venda dos combustíveis sobe”, explica o coordenador de substituição tributária da Sefa, auditor fiscal de receitas estaduais Ernane Vieira.

Foto: Divulgação

Nesta pesquisa de PMPF foi verificada queda no preço da gasolina C, que diminuiu de R$ 4,1040 para R$ 4,0430. O diesel também teve diminuição de preço, de acordo com a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

“Como sempre, o Fisco alerta que a decisão de elevar ou baixar o valor cobrado ao consumidor é do mercado, e não da Sefa. Portanto, caberá ao empresário decidir se vai repassar a queda do PMPF ao consumidor”, esclarece ele. 

O PMPF serve de base para cálculo do ICMS e reflete o valor médio cobrado ao consumidor final. “É o mercado que dita esses valores. As Secretarias de Fazenda apenas usam o valor que está sendo praticado para calcular o imposto a ser recolhido”.

Os novos valores serão os seguintes: Gasolina C e Premium R$ 4,0430; Diesel  R$ 3,4520; óleo diesel R$ 3,3810; e álcool, R$ 3,8010.  

A ANP pesquisa o preço médio dos combustíveis no Estado, verificando os preços cobrados aos consumidores finais pelos estabelecimentos varejistas. A pesquisa é publicada semanalmente e fica disponível no site  para consultas.

As alíquotas de ICMS praticadas no Pará são: gasolina: 28%; álcool, 25%; diesel, 17% e GLP 17%. Com a publicação da lei n° 8.454, em 29/12/2016, o Estado baixou a alíquota do álcool hidratado de 26% para 25%. O Ato Cotepe nº 6, com os novos valores do PMPF, foi publicado no Diário Oficial da União do dia 24/03.

Acre tem a gasolina mais cara do país, aponta ANP

O levantamento semanal feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que, entre 22 e 28 de janeiro, o Acre lidera o ranking dos mais altos preços de gasolina cobrados dos consumidores, com R$ 4,302 o litro, em média. O valor médio vendido ao consumidor no Brasil alcançou R$ 3,765. Os preços mínimo e máximo da gasolina na bomba foram, respectivamente, de R$ 3,149 e R$ 4,949. 
Foto: Reprodução/Shutterstock
Além do Acre, outros dois estados da Amazônia Legal registram preços elevados. Em segundo lugar aparece o Pará, com R$ 4,093; seguido do Rio de Janeiro (R$ 4,046); e Rondônia (R$ 4,027). Pernambuco apresentou o menor valor médio: R$ 3,501 o litro.

Para o litro do etanol, foi registrado preço médio de R$ 2,929, com valor mínimo de R$ 2,259 e máximo de R$ 4,399. Já o metro cúbico do gás natural veicular (GNV) teve preço médio de R$ 2,205 na semana avaliada, com preço mínimo de R$ 1,749 e máximo de R$ 2,999. Foram pesquisados 5.679 postos brasileiros no caso da gasolina, 301, no do GNV e 5.101, no do etanol.

No caso do etanol, Mato Grosso e São Paulo mostraram os menores preços médios cobrados na bomba, de R$ 2,743 e R$ 2,792 por litro, respectivamente. Os maiores valores médios foram encontrados em Roraima (R$ 3,800), no Rio Grande do Sul (R$ 3,787) e no Pará (R$ 3,766).

No caso do GNV, dos 16 estados pesquisados, Minas Gerais teve o menor preço médio por metro cúbico, de R$ 1,999. Os maiores preços médios para o consumidor foram encontrados em Alagoas, R$ 2,790, e no Rio Grande do Sul, R$ 2,739.

Por capitais, os maiores valores médios da gasolina foram registrados em Rio Branco, R$ 4,236, com 21 postos pesquisados; e no Rio de Janeiro, R$ 4,041, em 57 postos visitados. No Recife, verificou-se o preço médio mais baixo de gasolina: R$ 3,396 o litro.

Na pesquisa sobre etanol, os técnicos da ANP observaram os menores preços médios em Cuiabá, de R$ 2,692, e São Paulo (R$ 2,775) por litro vendido ao consumidor final. Em Boa Vista foi encontrado o maior preço médio na bomba, de R$ 3,800.

Os maiores preços médios do GNV eram os de Porto Alegre, R$ 2,766 o metro cúbico, e de Cuiabá, R$ 2,649. O Rio de Janeiro e São Paulo tiveram os menores valores médios: R$ 1,959 e R$ 1,978, respectivamente.

A pesquisa dos preços cobrados no país é publicada semanalmente pela ANP, em seu site.

*Com informações da Agência Brasil