Estatal afirma que não houve dano ambiental nem risco à segurança da operação no poço Morpho, onde houve vazamento de fluido durante processo de perfuração na região da Foz do Amazonas.
Autorização ambiental saiu após ajustes no projeto e criação de centro de reabilitação em Oiapoque (AP). A licença marca o início da fase de pesquisa na Margem Equatorial e deve durar cerca de cinco meses.