Os equipamentos serão utilizados por grupo de pesquisadores da UEA, responsável pelos estudos sobre a presença e o comportamento do mercúrio em espécies da Amazônia.
Mesmo que os profissionais da saúde sejam obrigados, legalmente, a notificar casos de intoxicação por mercúrio, ainda não há uma categoria específica para esse tipo de questão no Sinan.
O estudo destaca que as populações indígenas e ribeirinhas estão entre as mais afetadas pela contaminação por mercúrio, com níveis alarmantes de exposição.